O Corinthians entra em campo nesta sexta-feira, às 21h30, para enfrentar o Fluminense pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro Feminino. O confronto marca a estreia das Brabas como mandantes na temporada 2026. A partida será disputada na Neo Química Arena, palco onde o time mantém retrospecto expressivo. Até aqui, a equipe comandada por Lucas Piccinato atuou apenas fora de casa ou em campo neutro. O reencontro com a Fiel em Itaquera abre uma nova fase no ano.

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Nos primeiros compromissos da temporada, o Corinthians disputou o Mundial de Clubes Feminino. As Brabas enfrentaram o Gotham FC e o Arsenal, sendo que a decisão ocorreu no Emirates Stadium, estádio da equipe inglesa. Na sequência, o foco se voltou às competições nacionais. Pela Supercopa do Brasil, o duelo contra o Palmeiras teve mando adversário e torcida única. Depois, o time estreou no Brasileirão visitando o Atlético-MG, na Arena MRV.
O retorno à Neo Química Arena carrega também a missão de manter a invencibilidade histórica no estádio. Desde a reativação do futebol feminino no clube, em 2016, o Corinthians disputou 29 partidas no local. Foram 27 vitórias e dois empates, alcançando aproveitamento de 95,4%. O desempenho reforça a força das Brabas atuando em casa. Os números consolidam Itaquera como um trunfo importante.

Gabi Zanotti. Foto: Marcello Zambrana/AGIF
Últimos jogos na Arena renderam títulos e vaga em final
A última vez que o time atuou na Arena foi em 4 de dezembro de 2025. Na ocasião, venceu o São Paulo por 2 a 1 e garantiu vaga na final do Campeonato Paulista. Ainda naquela temporada, o estádio recebeu a final do Brasileirão Feminino contra o Cruzeiro. A vitória por 1 a 0 assegurou ao clube o sétimo título nacional. O palco se tornou cenário de conquistas marcantes.
A tendência é que o Corinthians passe a utilizar a Neo Química Arena com maior frequência ao longo de 2026. A possibilidade foi mencionada pelo presidente Osmar Stabile em entrevista ao SporTV durante a Supercopa do Brasil. O movimento também ocorre diante das limitações estruturais da Fazendinha. Desde maio de 2025, o local não pode receber jogos noturnos por problemas de iluminação. Reformas estão previstas para adequação do espaço.
Desde então, o clube precisou alternar seus mandos entre estádios como Canindé, Pacaembu, Neo Química Arena e José Liberatti, em Osasco. A rotatividade exigiu adaptação logística ao longo da temporada passada. Agora, o duelo contra o Fluminense marca um possível novo cenário. A expectativa é consolidar Itaquera como principal casa do time feminino. O apoio da torcida pode ser fator decisivo.

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Confira o retrospecto:
- Jogos disputados: 29
- Pontos conquistados: 83
- Aproveitamento: 95,40%
- Vitórias: 27
- Empates: 2
- Derrotas: 0
- Gols a favor: 74
- Gols contra: 16








