Em sua primeira temporada como Audi depois da mudança na antiga Sauber, a equipe de Gabriel Bortoleto vem encontrando dificuldades nas primeiras corridas da Fórmula 1 em 2026. A única prova em que pontuou foi na primeira, com o brasileiro conseguindo os dois únicos pontos do time no GP da Austrália.
Contudo, a escuderia alemã passaria em branco nas quatro etapas seguintes. No Mundial de Construtores, a Audi está na frente apenas da Aston Martin e da estreante Cadillac, que seguem zeradas na competição.
Chefe do time de Bortoleto, Mattia Binotto fez projeções para o futuro da escuderia. Ao mesmo tempo, o engenheiro italiano detectou o principal problema da Audi que também conta com o piloto alemão Nico Hülkenberg.
Gabriel Bortoleto pode evoluir pela Audi?
Gabriel Bortoleto pode evoluir pela Audi?
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Audi de Bortoleto tem o quarto melhor carro da Fórmula 1
Em entrevista para o podcast oficial da F1, Beyond the Grid, o dirigente fez elogios ao chassi de sua equipe. Entre os pontos fortes do carro, está a boa correlação com o túnel do vento e o simulador.
“Nosso carro é muito rápido nas curvas. Acreditamos que talvez sejamos a quarta equipe com um chassi que apresenta um excelente resultado. E isso demonstra a dinâmica atual em termos de organização, pessoas e desenvolvimento“, declarou Binotto.

MONTREAL, QUEBEC – MAY 24: Gabriel Bortoleto of Brazil driving the (5) Audi F1 Team R26 makes a pitstop during the F1 Grand Prix of Canada at Circuit Gilles-Villeneuve on May 24, 2026 in Montreal, Quebec. (Photo by Peter Fox/Getty Images)
Portanto, o problema da Audi não está localizado na base aerodinâmica do veículo. “Ainda não somos a referência, não somos os melhores, mas acho que estamos no caminho certo“, pontuou.
Mattia Binotto projeta evolução do motor para 2028

Infográfico sobre o tema da matéria – Foto: gerada com auxílio de IA pelo Bolavip Brasil
Mattia Binotto reconhece que a principal deficiência do time de Hinwil é a qualidade do motor. Assim, o chefe de Gabriel Bortoleto fez uma estimativa de obter um modelo mais competitivo na Fórmula 1 para daqui a dois anos.
“Para melhorarmos o nosso motor atual e torná-lo tão bom quanto os motores dos concorrentes, acreditamos que isso não será possível até 2027, mas atingiremos o nível adequado até 2028“, projetou o engenheiro.






