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Fábio atinge marca histórica e reage após derrota do Fluminense: “Sabíamos da dificuldade”

Apesar da derrota que deixa o Tricolor das Laranjeiras em um momento delicado na Libertadores, o goleiro se tornou recordista na competição continental

Fabio goleiro do Fluminense durante partida contra o Vasco no estadio Maracana pelo campeonato Carioca 2026.
© Foto: Jorge Rodrigues/AGIFFabio goleiro do Fluminense durante partida contra o Vasco no estadio Maracana pelo campeonato Carioca 2026.

O Fluminense vem de uma derrota para o Bolívar por 2 a 0, em La Paz, em partida disputada na última quinta-feira (30), válida pela Libertadores da América. Competição essa, que o goleiro Fábio teve o nome marcado na história.

O arqueiro se tornou recordista de jogos da competição ao entrar em campo na última partida. Apesar do resultado negativo, o camisa 1 celebrou a marca histórica e vê o Tricolor ainda em condições de classificar.

“Sabíamos da dificuldade. Agradeço a Deus por me conceder condições de entrar em campo em todos os jogos e vestir a camisa do Fluminense. Só é fácil assistindo o sorteio, mas em campo tem que ter entrega e dedicação”.

Como avalia atuação de Fábio em momento de conquista histórica?

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Marca histórica em um momento negativo

“Cada jogo tem sua história. Infelizmente não saímos com a vitória, mas ainda temos três jogos pela frente. Temos que focar, se dedicar e se esforçar mais para conquistar a classificação”, disse Fábio.

Aos 45 anos, Fábio se igualou ao paraguaio Éver Almeida, ídolo do Olimpia e também goleiro, com 113 jogos na história da Libertadores. O goleiro do Fluminense estava empatado com o argentino Franco Armani, do River Plate na segunda colocação, mas atingiu a marca histórica diante do Bolívar.

Lamentou o momento

O camisa 1 lamentou o momento em que a marca ocorreu, apontando as dificuldades do confronto. “Altitude é difícil para todo mundo. Para mim, a bola fica mais rápida e todo lance é lance de perigo. Todo chute a bola pega velocidade e muda de diferença”.

“É muito difícil, mas tento manter o foco. Para os meus companheiros às vezes falta oxigênio, a batida da bola também é diferente. Então até se adaptar, gera um favorecimento para quem joga todo dia (nessas condições)”, completou o goleiro.

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