Flamengo é vice da Recopa em pleno o Maracanã
O Flamengo foi derrotado por 3 a 2 no confronto contra o Lanús nesta quinta-feira (26/2), no Maracanã, em uma partida decisiva pela Recopa Sul-Americana 2026. Com essa derrota, o Rubro-Negro viu sua segunda chance de conquistar um título nesta temporada escapar.

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Por outro lado, o clube argentino conquista pela primeira vez em sua história o torneio, causando grande repercussão da imprensa local, enaltecendo o título do clube.
Nesse sentido, o popular jornal argentino “Olé”, deu uma leve provocada em sua capa com a manchete “Maragranazo”, dando alusão ao “Maracanazo”, referenciando o título uruguaio da Copa do Mundo em 1950 no Maracanã. Além disso, o termo ‘granazo’ rotula o poderio financeiro flamenguista, o principal da América Latina.
Aspas da matéria do jornal Olé sobre título argentino:
“A chuva cai como água benta, enquanto os quase 4.000 torcedores que viajaram para o Rio de Janeiro criam uma verdadeira atmosfera de carnaval. Lágrimas são escondidas, abraços se multiplicam, e a comemoração que irrompeu quando o árbitro Gustavo Tejera apitou o final da partida durará horas, tanto no lendário Maracanã quanto nos subúrbios da zona sul de Buenos Aires. E não é para menos. Porque o Lanús adicionou mais uma estrela ao seu escudo. Porque se impôs em um gramado onde poucos ousaram fazê-lo. Porque se tornou um gigante contra um dos gigantes do continente“, destacou.
![Rossi, jogador do Flamengo, lamenta durante partida contra o Lanus no estadio Maracana pelo campeonato [COMPETICAO]. Foto: Alexandre Loureiro/AGIF](https://media.bolavip.com/wp-content/uploads/sites/27/2026/02/27004029/Rossi-Lanus-e1772163663369-3000x1687.webp)
Rossi, jogador do Flamengo, lamenta durante partida contra o Lanus no estadio Maracana pelo campeonato [COMPETICAO]. Foto: Alexandre Loureiro/AGIF
“Lanús é um punho cerrado. São as defesas de Nahuel Losada contra Jorge Carrascal no primeiro tempo e contra o Everton no segundo. É a liderança e a experiência de Cali Izquierdoz . É o salto altíssimo de José Canale que desencadeou o pandemônio aos 118 minutos da final mais crucial de todas . É a entrega de Tomás Guidara e Sasha Marcich para resistir à velocidade dos pontas brasileiros. É a garra de Agustín Medina e Agustín Cardozo no meio-campo. É o esforço de Ramiro Carrera (que marcou o pênalti do 1 a 1) e de Marcelino Moreno (que não se deixou abalar pela pressão), que não desistiram apesar de não terem jogado bem no Brasil, mas que trouxeram inúmeros momentos de alegria ao clube. É a capacidade goleadora de Rodrigo Castillo , uma aposta que deu certo. É uma comunidade unida. É o maior clube de bairro do mundo.”, prosseguiu.
“Este time do Lanús é como Davi contra um Flamengo em modo Golias . É a clássica história argentina: contando cada centavo para fechar as contas, enfrentando um clube milionário que não poupou despesas na busca pelo bicampeonato da Copa Libertadores. No entanto, em meio a todo o glamour, jogadores de renome (como Pulgar, Lino, Carrascal e Jorginho) e uma contratação de peso (Lucas Paquetá), eles se esqueceram da importância da garra para alcançar seu objetivo : vencer a Recopa Sul-Americana.”, completou.

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