Mesmo após a inesperada demissão do técnico Filipe Luís, o Flamengo se prepara para mais uma decisão de Campeonato Carioca. Neste domingo (8), às 18h, o Rubro-Negro enfrentará o rival Fluminense, no Maracanã, em busca de seu 40º título estadual.

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E, enquanto busca um novo treinador, o Flamengo faz o balanço da primeira janela internacional de transferências de 2026, na qual contou com três reforços: o goleiro Andrew, o zagueiro Vitão e o meia Lucas Paquetá. Embora o número de contratações seja enxuto, o investimento foi o maior da história do clube, que desembolsou R$ 334 milhões pelo trio.
As principais lacunas do elenco foram supridas. Após a saída do goleiro reserva Matheus Cunha, que encerrou contrato e acertou com o Cruzeiro, o clube buscou Andrew, do Gil Vicente FC, por 1,5 milhão de euros (R$ 9,4 milhões).
Paquetá foi comprado por 42 milhões de euros
Mesmo contando com três zagueiros de alto nível, o Flamengo enfrentou dificuldades em 2025 quando teve desfalques na reta final da temporada. Para minimizar o problema, contratou Vitão, do Internacional, por 10 milhões de euros (R$ 65 milhões), valor que inclui o abatimento da dívida referente a Thiago Maia, estimada em 4,5 milhões de euros (R$ 29 milhões).
A diretoria também protagonizou a transferência mais cara da história do futebol brasileiro ao repatriar o meia Lucas Paquetá, que estava no West Ham United, por 42 milhões de euros (R$ 260 milhões).

Vitão foi o reforço da defesa do Flamengo para 2026 Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
O movimento foi encarado como uma oportunidade de mercado, já que o próprio jogador manifestou interesse em retornar ao Brasil. Internamente, a avaliação é de que o investimento se justifica pela versatilidade do meia, capaz de atuar em diferentes funções do meio ao ataque.
Lacuna de centroavante ficou evidente no Flamengo
A chegada de Paquetá, porém, impactou o orçamento e dificultou a contratação de outra prioridade: um centroavante. O clube apresentou proposta por Kaio Jorge e abriu diálogo com nomes como Taty Castellanos e Richarlison, que não demonstraram interesse em atuar no Brasil neste momento.

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Além do aspecto financeiro, o perfil desejado pela diretoria também contribuiu para o insucesso nas negociações. A situação gerou desconforto interno, já que a contratação de um centroavante era um pedido de Filipe Luís que não foi atendido pelo diretor de futebol José Boto.








