No ano passado, o Flamengo firmou um contrato até 2028 com a Betano, que paga cerca de R$ 268 milhões por ano ao clube carioca. O acordo é o maior patrocínio máster do futebol brasileiro.
Mas gestão do presidente BAP segue empenhada em aumentar as receitas do Mengão em patrocínios e tem conversas com um grupo do mundo árabe interessado em estampar a sua marca no CRF.
De acordo com informações do jornalista Pablo Rua, os valores discutidos são na casa dos R$ 450 milhões por ano, podendo aumentar por cumprimento de metas e outras condições colocadas no projeto.
Betano não deixaria o uniforme do clube
Segundo apurou o setorista do Fla, a empresa do mundo árabe ainda não fez oferta e o tema é tratado internamente. O assunto envolve questões financeiras, comerciais e institucionais.
Caso um possível acordo com o grupo internacional avance, a ideia do Flamengo seria manter a Betano no uniforme. O projeto é encontrar uma maneira de ter as duas empresas patrocinando o Mengão.
O nome da empresa do mundo árabe é mantido em sigilo e o Fla de BAP trata o tema com cautela. Foi especulado que o grupo interessado no CRF é a Qatar Airways, que patrocinou a Copa do Mundo de 2026. Mas não tem confirmação entre as partes.
Mengão investe alto no mercado da bola
Com dinheiro em caixa, o Flamengo negocia a contratação de Thiago Almada e acertou salário de R$ 1,5 milhão mensal com o meia. O Mengão agora tenta um acordo com o Atlético de Madrid, dono dos direitos econômicos do atleta, para finalizar a operação.





