O Cruzeiro foi derrotado na Arena MRV pelo Atlético-MG por 2 a 1, deixando a situação um pouco mais complicada no Campeonato Mineiro, colocando pressão nas costas de Tite, que soma resultados bem questionáveis.

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Revolta contra a arbitragem:
A questão é que o arquirrival está revoltado nos bastidores por conta do pênalti não marcado de Kaiki em Bernard no último domingo (25), acreditando que houve um erro grave que prejudicou o resultado, mesmo com a vitória.
Segundo publicou o Globo Esporte, o Galo, inclusive, após considerar esse lance como escandaloso e absurdo, decidiu ir à CBF contra o árbitro Davi Lacerda e para debater a arbitragem em geral.
O lance em específico ocorreu aos 46 minutos do primeiro tempo, quando o Cabuloso ainda estava em vantagem no placar, fazendo com que a pressão seja ainda maior, mesmo com a reviravolta na segunda etapa.

Paulo Bracks não ficou em silêncio – Foto: Fabio Giannelli/AGIF.
Quem se manifestou foi Paulo Bracks, dirigente atleticano, fazendo questão de deixar bem clara toda a revolta do Atlético com a decisão tomada em campo, justamente por não ter checado o lance no monitor.
“A arbitragem interferiu no jogo, mesmo com nossa vitória. Nós não podemos deixar de destacar o absurdo que foi o pênalti (não marcado) no Bernard. Foi escandaloso. Na quarta (contra o América-MG), fomos prejudicados, com um gol legítimo do Cuello que foi anulado e nos daria a virada”, disse.

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“Optamos por não falar para não mascarar os nossos erros e transferir responsabilidade. Impossível não demonstrar preocupação às vésperas do Brasileiro, por isso estarei na CBF para tratar do assunto. O Galo não quer apito a seu favor, mas não vamos admitir sucessões de erros”, finalizou.
Data marcada:
Ainda de acordo com a fonte acima citada, Bracks vai representar o Galo em uma reunião com a comissão de arbitragem da CBF já nesta terça-feira (27), onde promete questionar o que foi visto no clássico em Belo Horizonte.








