A Copa do Mundo de 2026 promete reunir algumas das maiores estrelas do futebol mundial em um torneio histórico, que contará pela primeira vez com 48 seleções. Entre jovens talentos em ascensão e craques já consagrados, cada país chegará ao Mundial apoiado em um protagonista capaz de decidir partidas e liderar equipes nos momentos mais importantes da competição.
O Brasil deposita suas esperanças em Vinícius Júnior, destaque do Real Madrid e um dos jogadores mais decisivos da atualidade. Já a Argentina segue contando com a genialidade de Lionel Messi, enquanto a França terá novamente Kylian Mbappé como principal referência ofensiva. A Inglaterra aposta no talento de Jude Bellingham, a Espanha vê em Lamine Yamal sua nova joia, e a Noruega sonha alto com o poder de decisão de Erling Haaland.
Além deles, nomes como Kevin De Bruyne, da Bélgica, também chegam cercados de expectativa para defender seu país em mais uma Copa do Mundo. Com diferentes estilos e histórias, os 48 protagonistas do torneio simbolizam a força de suas seleções e ajudam a transformar a edição de 2026 em uma das mais aguardadas dos últimos anos.
Brasil: Vinícius Júnior (Real Madrid)

Vinícius Júnior – Brasil. Foto: Rich Storry/Getty Images
Cria das categorias de base do Flamengo, Vinícius Júnior se consolidou como uma das maiores estrelas do futebol mundial atuando pelo Real Madrid. No clube espanhol, o atacante superou críticas iniciais para se tornar o protagonista de títulos da Champions League, decidindo finais com gols históricos.
Pela Seleção Brasileira, Vini Jr. assumiu o papel de principal referência técnica e liderança do ataque sem a presença de Neymar. O atacante chega para esta Copa do Mundo carregando a responsabilidade de guiar o Brasil rumo ao hexacampeonato.
Argentina: Lionel Messi (Inter Miami)

Lionel Messi – Argentina. Foto: Marcelo Endelli/Getty Images
Lionel Messi construiu a maior parte de sua carreira lendária no Barcelona, onde empilhou dezenas de títulos e Bolas de Ouro. Após uma passagem pelo Paris Saint-Germain, o astro argentino se transferiu para o Inter Miami, da MLS, onde manteve seu alto nível de competitividade mesmo em uma liga menos tradicional.
Na Seleção Argentina, o craque atingiu o ápice ao conquistar a Copa do América de 2021 e a Copa do Mundo de 2022 no Catar. Atuando como o capitão da equipe, Messi chega ao Mundial de 2026 para liderar os companheiros em sua provável última Copa.
Uruguai: Federico Valverde (Real Madrid)

Federico Valverde – Uruguai. Foto: Ryan Pierse/Getty Images
Revelado pelo Peñarol, Federico Valverde foi contratado ainda muito jovem pelo Real Madrid, onde se desenvolveu até se tornar um dos meio-campistas mais completos do futebol mundial. O uruguaio conquistou títulos da Champions League e da La Liga, tornando-se peça fundamental no esquema do clube espanhol.
Pela Seleção Uruguaia, Valverde assumiu a braçadeira de capitão e o papel de motor da equipe. Sob o comando técnico de Marcelo Bielsa, ele se consolidou como o pilar central da renovação da Celeste, sendo o responsável por ditar o ritmo de jogo e conectar a defesa ao ataque rumo ao Mundial de 2026.
Colômbia: Luis Díaz (Bayern de Munique)

Luis Díaz – Colômbia. Foto: Jordan Bank/Getty Images
Luis Díaz iniciou sua trajetória no Junior Barranquilla e chamou a atenção da Europa ao brilhar com a camisa do Porto. Suas atuações despertaram o interesse do Liverpool, clube onde se transformou em uma das principais armas ofensivas na Premier League, destacando-se por seus dribles e gols decisivos.
Na Seleção Colombiana, Díaz assumiu o posto de grande protagonista e referência técnica do país. O atacante carimbou seu status de estrela continental ao liderar os Cafeteros com exibições memoráveis nas Eliminatórias, chegando à Copa do Mundo de 2026 como a maior esperança de gols e criatividade da equipe.
Equador: Moisés Caicedo (Chelsea)

Moisés Caicedo – Equador. Foto: Franklin Jacome/Getty Images
Moisés Caicedo deu seus primeiros passos no Independiente del Valle antes de se transferir para o Brighton, onde chamou a atenção do mundo pelas suas atuações. Seu desempenho na Inglaterra motivou uma transferência recorde para o Chelsea, clube no qual se firmou como o grande protetor da defesa e o principal distribuidor de passes no meio-campo.
Pela Seleção Equatoriana, Caicedo é o coração e o termômetro do time desde muito jovem, acumulando a experiência de já ter disputado uma Copa do Mundo. Ele lidera uma das gerações mais talentosas e físicas da história do futebol equatoriano, sendo o jogador que dita a intensidade da marcação e a saída de bola de La Tri.
Paraguai: Miguel Almirón (Atlanta United)

Miguel Almirón – Paraguai. Foto: Franco Arland/Getty Images
Miguel Almirón despontou no Cerro Porteño, brilhou no Lanús e fez história na MLS ao se sagrar campeão com o Atlanta United. O meia-atacante paraguaio transferiu-se em seguida para o Newcastle, onde viveu fases de artilheiro na Premier League com seus arranques velozes e finalizações precisas. Retornou ao Atlanta em 2025.
Pela Seleção Paraguaia, Almirón é o principal jogador de linha do país e o ponto de partida de todas as ações ofensivas da equipe. Com sua enorme dedicação tática e velocidade na transição, ele assume a responsabilidade de guiar o retorno da Albirroja ao cenário dos grandes Mundiais em 2026.
França: Kylian Mbappé (Real Madrid)

Kylian Mbappé – França. Foto: Michael Owens/Getty Images
Kylian Mbappé explodiu para o mundo no Monaco e se tornou uma lenda no Paris Saint-Germain, clube onde se isolou como o maior artilheiro da história. Sua transferência para o Real Madrid marcou o início de uma nova era em sua carreira, buscando consolidar seu nome entre os maiores de todos os tempos no clube mais vitorioso da Europa.
Pela França, Mbappé já tem seu nome gravado na história das Copas do Mundo desde 2018, quando foi campeão e eleito a revelação do torneio com apenas 19 anos. Após marcar três gols na final de 2022, ele lidera os Bleus em 2026 com a braçadeira de capitão e o status de um dos atacantes mais temidos do planeta.
Inglaterra: Jude Bellingham (Real Madrid)

Jude Bellingham – Inglaterra. Foto: Alex Pantling/Getty Images
Jude Bellingham teve uma ascensão meteórica desde o Birmingham City e o Borussia Dortmund, mas foi no Real Madrid que ele atingiu o patamar de superestrela global. Em sua primeira temporada na Espanha, o meio-campista demonstrou uma facilidade impressionante para marcar gols decisivos e ditar o ritmo de jogo, transformando-se rapidamente no motor do meio-campo madrilenho.
Pela Seleção Inglesa, Bellingham assumiu o protagonismo técnico muito jovem, sendo peça fundamental nas campanhas da Eurocopa e no ciclo para este Mundial. Combinando força física, visão de jogo e inteligência tática, ele chega à Copa como a grande esperança da Inglaterra para encerrar o longo jejum de títulos mundiais.
Espanha: Lamine Yamal (Barcelona)

Lamine Yamal – Espanha. Foto: David Ramos/Getty Images
Lamine Yamal é a mais nova joia produzida pela famosa academia de La Masia, do Barcelona, quebrando recordes de precocidade no futebol profissional. Com extrema habilidade, passes precisos e maturidade, o jovem ponta-direita rapidamente se tornou o principal argumento ofensivo da equipe catalã.
Pela Seleção Espanhola, Yamal encantou o mundo ao ser o grande destaque da conquista da Eurocopa, transformando-se instantaneamente na nova face do futebol do país. Ele chega à Copa do Mundo de 2026 cercado de enorme expectativa como a principal engrenagem da Espanha.
Alemanha: Jamal Musiala (Bayern de Munique)

Jamal Musiala – Alemanha. Foto: Alexander Hassenstein/Getty Images
Jamal Musiala teve parte de sua formação nas categorias de base do Chelsea, mas foi no Bayern de Munique que ele se profissionalizou e iniciou no futebol europeu. Atuando como meia-atacante, o jovem rapidamente se tornou a referência criativa do clube bávaro, empilhando títulos da Bundesliga e destacando-se mundialmente por sua capacidade de driblar em espaços curtos, visão de jogo e na armação de jogadas.
Pela Seleção Alemã, Musiala assumiu a camisa 10 e o papel de líder de uma geração vitoriosa. Após passar por processos de renovação dentro da equipe nacional, ele chega à Copa do Mundo de 2026 estabelecido como o cérebro do meio-campo da Mannschaft, sendo o jogador responsável por liderar o país na busca pelo pentacampeonato mundial.
Portugal: Bernardo Silva (Manchester City)

Bernardo Silva – Portugal. Foto: Carlos Rodrigues/Getty Images
Revelado pelo Benfica e projetado internacionalmente pelo Monaco, Bernardo Silva atingiu o ápice de sua carreira sob o comando de Pep Guardiola no Manchester City. No clube inglês, o meio-campista transformou-se em um dos atletas mais vitoriosos, atuando como meia ofensivo ou extremo-direito. Possui controle de bola impecável e inteligência tática. Deixou o City ao final da temporada e atualmente está sem clube.
Na Seleção Portuguesa, Bernardo Silva consolidou-se como o verdadeiro líder dentro de campo, ditando o ritmo das partidas da equipe. Com a transição das lideranças veteranas em Portugal, o meia chega ao Mundial de 2026 carregando a responsabilidade de ser a principal engrenagem de uma das gerações mais talentosas da história do futebol lusitano.
Holanda: Virgil van Dijk (Liverpool)

Virgil van Dijk – Holanda. Foto: Dean Mouhtaropoulos/Getty Images
Virgil van Dijk construiu sua reputação no Celtic e no Southampton antes de se transferir para o Liverpool, onde fez história e se consolidou como um dos maiores defensores da história. No clube de Anfield, o zagueiro liderou a equipe nas conquistas da Champions League e da Premier League, sendo amplamente reconhecido por sua liderança, posicionamento e soberania nos duelos aéreos.
Pela Seleção Holandesa, Van Dijk é o capitão incontestável que sustenta o sistema defensivo da Laranja Mecânica. Ele exerce um papel de liderança máxima e serve como a principal referência de experiência para os atletas mais jovens, comandando a equipe com autoridade na busca por uma campanha histórica em solo norte-americano.
Noruega: Erling Haaland (Manchester City)

Erling Haaland – Noruega. Foto: Stuart Franklin/Getty Images
Erling Haaland se estabeleceu como uma máquina de fazer gols com passagens por Red Bull Salzburg e Borussia Dortmund, antes de quebrar quase todos os recordes da Premier League pelo Manchester City. Sob o comando de Pep Guardiola, o centroavante conquistou a Tríplice Coroa europeia e se consolidou como o camisa 9 mais dominante da atualidade.
Pela Noruega, Haaland carrega o peso de ser o líder técnico de uma geração que recolocou o país no mapa das grandes competições internacionais. Seus números de gols por partida na seleção são extraordinários, tornando a equipe escandinava uma das atrações mais perigosas do torneio graças à sua presença de área.
Bélgica: Kevin De Bruyne (Napoli)

Kevin De Bruyne – Bélgica. Foto: Daniel Bartel/Getty Images
Após passagens por Genk, Chelsea e Werder Bremen, Kevin De Bruyne explodiu no Wolfsburg antes de se transferir para o Manchester City, onde se transformou em um dos maiores meio-campistas da história da Premier League. Sob a tutela de Pep Guardiola, o belga virou o cérebro do time, colecionando títulos ingleses e a inédita Champions League, destacando-se por sua visão de jogo, passes cirúrgicos e finalizações de longa distância.
Pela Seleção Belga, De Bruyne foi um dos grandes pilares da chamada “Geração de Ouro” que conquistou o terceiro lugar no Mundial de 2018. Com a braçadeira de capitão e a despedida de antigos líderes, ele assume a responsabilidade máxima de comandar a renovação dos Diabos Vermelhos na Copa do Mundo de 2026.
Croácia: Luka Modrić (Milan)

Luka Modrić – Croácia. Foto: Julio Aguilar/Getty Images
Luka Modrić despontou no Dinamo Zagreb e brilhou no Tottenham antes de se transferir para o Real Madrid, clube onde gravou seu nome no futebol europeu. No Santiago Bernabéu, o meio-campista conquistou impressionantes seis títulos da Champions League e quebrou a hegemonia de Messi e Cristiano Ronaldo ao vencer a Bola de Ouro em 2018, sendo reverenciado por seu controle de bola, inteligência tática e longevidade física.
Pela Seleção Croata, Modrić é o maior ídolo da história do país, tendo liderado a equipe ao histórico vice-campeonato mundial em 2018 e ao terceiro lugar em 2022. O eterno camisa 10 e capitão chega ao Mundial de 2026 para a sua última dança em Copas do Mundo, estendendo seu legado como o líder técnico da incansável equipe croata.
Suécia: Alexander Isak (Liverpool)

Alexander Isak – Suécia. Foto: Michael Campanella/Getty Images
Revelado pelo AIK e com passagens por Borussia Dortmund e Willem II, Alexander Isak viveu grande momento na Real Sociedad antes de se tornar a contratação recorde do Newcastle United. No futebol inglês, o atacante se consolidou como um dos camisas 9 mais perigosos do mundo, com sua velocidade explosiva, dribles em espaços curtos e frieza na frente do gol.
Pela Seleção Sueca, Isak assumiu o posto de grande referência ofensiva do país após a aposentadoria de Zlatan Ibrahimović. O centroavante lidera uma talentosa linha de ataque sueca, carregando a missão de ser o principal herói e responsável pelos gols do país nórdico nesta edição da Copa do Mundo.
Suíça: Granit Xhaka (Sunderland)

Granit Xhaka – Suíça. Foto: Alex Grimm/Getty Images
Granit Xhaka começou no Basel, destacou-se no Borussia Mönchengladbach e viveu anos de altos e baixos como capitão do Arsenal na Premier League. Sua carreira atingiu um novo patamar ao se transferir para o Bayer Leverkusen, onde foi o líder absoluto e o motor do meio-campo na histórica campanha do título da Bundesliga. Retornou à Inglaterra em 2025, para defender o Sunderland.
Pela Seleção Suíça, Xhaka é o capitão indiscutível e o símbolo de uma das gerações mais competitivas e consistentes da história do futebol suíço. Conhecido por sua raça e excelente posicionamento defensivo, ele dita a mentalidade competitiva da equipe europeia, organizando as ações do time de trás para frente no torneio de 2026.
Áustria: David Alaba (Real Madrid)

David Alaba – Áustria. Foto: Srdjan Stevanovic/Getty Images
David Alaba construiu uma carreira lendária no Bayern de Munique, onde conquistou a Tríplice Coroa europeia e empilhou dez títulos da Bundesliga, destacando-se como um dos atletas mais versáteis. Sua transferência para o Real Madrid consolidou seu status de elite no futebol mundial, assumindo de imediato a liderança da zaga merengue e faturando novas taças da Champions League. Deixou o clube espanhol no fim da temporada.
Pela Seleção Austríaca, Alaba é o capitão incontestável, o maior ídolo moderno do país e a grande referência técnica do elenco. Diferente do posicionamento de zagueiro que costuma exercer em seu clube, ele atua também como meio-campista ou ala na equipe nacional, sendo o verdadeiro motor encarregado de ditar o ritmo da Áustria rumo ao Mundial.
Turquia: Arda Güler (Real Madrid)

Arda Güler – Turquia. Foto: Burak Kara/Getty Images
Arda Güler explodiu muito jovem no Fenerbahçe como uma das promessas mais fascinantes do futebol europeu, o que motivou uma disputa por sua contratação, vencida pelo Real Madrid. No clube espanhol, o jovem meia-atacante demonstrou refinamento técnico, dribles e uma impressionante facilidade para marcar gols de média e longa distância.
Pela Seleção Turca, Güler assumiu o papel de grande joia e protagonista criativo de uma geração que reacendeu a paixão do país pelo futebol internacional. Com sua visão de jogo apurada e precisão nas bolas paradas, o jovem meia chega à Copa do Mundo de 2026 com o status de maestro da equipe, liderando os turcos em busca de uma campanha histórica.
República Tcheca: Patrik Schick (Bayer Leverkusen)

Patrik Schick – República Tcheca. Foto: Gabriel Kuchta/Getty Images
Patrik Schick rodou por grandes clubes da Itália e da Alemanha, como Sampdoria, Roma e RB Leipzig, antes de encontrar o seu auge no Bayer Leverkusen. No clube germânico, o centroavante se tornou peça fundamental em conquistas históricas, destacando-se no cenário europeu por sua presença de área, posicionamento e mobilidade no ataque.
Pela Seleção Tcheca, Schick ganhou projeção global ao terminar como um dos artilheiros da Eurocopa, incluindo a pintura de um gol do meio de campo que correu o mundo. Como principal referência ofensiva e homem-gol do país, ele carrega a responsabilidade de converter as chances criadas pela equipe e liderar o ataque tcheco no torneio de 2026.
Escócia: Scott McTominay (Napoli)

Scott McTominay – Escócia. Foto: Zak Mauger/Getty Images
Cria das categorias de base do Manchester United, Scott McTominay dedicou a maior parte de sua trajetória profissional aos “Diabos Vermelhos”, onde se destacou pela imposição física, dedicação tática e gols importantes. Sua transferência para o Napoli abriu um novo e brilhante capítulo em sua carreira no futebol italiano, onde se firmou rapidamente.
Pela Seleção Escocesa, McTominay transformou-se em um herói nacional incontestável durante o ciclo mundialista devido à sua impressionante veia artilheira em jogos decisivos. Atuando de forma mais avançada do que nos clubes, ele chega a 2026 como a grande arma de seu país.
Bósnia e Herzegovina: Edin Džeko (Schalke 04)

Edin Džeko – Bósnia. Foto: Maja Hitij/Getty Images
Edin Džeko construiu uma grande carreira no futebol europeu, sendo campeão e artilheiro por onde passou, com passagens marcantes por Wolfsburg, Manchester City, Roma e Inter de Milão. Atualmente no Schalke 04, da Alemanha, o centroavante veterano continua a demonstrar sua impressionante longevidade física e faro de gol apurado, destacando-se como um clássico camisa 9.
Pela Seleção da Bósnia e Herzegovina, Džeko é o maior jogador, artilheiro e capitão da história do país, sendo o líder máximo dentro e fora dos gramados. Ele carrega a braçadeira de capitão com a autoridade de quem liderou a única participação do país em Mundiais (em 2014) e chega a este ciclo como a grande referência de experiência para guiar os bósnios.
Japão: Takefusa Kubo (Real Sociedad)

Takefusa Kubo – Japão. Foto: Koji Watanabe/Getty Images
Contratado ainda muito jovem pelo Real Madrid e após passar por diversos empréstimos no futebol espanhol, Takefusa Kubo encontrou o auge de seu futebol na Real Sociedad. No clube, o meia-atacante japonês transformou-se em um dos atletas de destaque da La Liga, com habilidade técnica, agilidade e visão de jogo.
Pela Seleção Japonesa, Kubo assumiu o papel de grande protagonista técnico e cérebro criativo de uma das gerações mais talentosas da história do país. Ele lidera o dinâmico e veloz ataque dos Samurais Azuis, chegando à Copa do Mundo de 2026 com a responsabilidade de conduzir o Japão a uma campanha histórica no torneio.
Coreia do Sul: Heung-min Son (Los Angeles FC)

Heung-min Son – Coreia do Sul. Foto: Christian Bruna/Getty Images
Heung-min Son construiu uma carreira sólida na Alemanha com o Hamburgo e o Bayer Leverkusen, mas atingiu o status de ídolo mundial no Tottenham Hotspur. Na Inglaterra, o atacante conquistou a artilharia da Premier League e se tornou o capitão do clube londrino, sendo amplamente respeitado. Atualmente, defende o Los Angeles FC.
Na Seleção Sul-Coreana, Son é o capitão, a referência técnica e o maior símbolo esportivo do país. Sua liderança dentro e fora de campo foi crucial para classificar e guiar a Coreia do Sul em ciclos mundiais anteriores, chegando a 2026 como a principal arma para tentar surpreender as potências globais.
Irã: Mehdi Taremi (Olympiacos)

Mehdi Taremi – Irã. Foto: Lintao Zhang/Getty Images
Mehdi Taremi despontou no futebol iraniano e construiu uma trajetória sólida em Portugal, brilhando no Rio Ave antes de se transferir para o Porto. No clube português, o centroavante consolidou-se acumulando títulos nacionais, prêmios de artilharia e gols decisivos na Champions League, o que motivou sua transferência para a Inter de Milão.
Pela Seleção Iraniana, Taremi é o principal pilar técnico e a grande referência de gols da atual geração. Com experiência em Copas do Mundo anteriores, o atacante lidera a linha de frente do Irã combinando força física e posicionamento inteligente, chegando ao Mundial de 2026 como a grande esperança para conduzir os iranianos a uma campanha de destaque.
Arábia Saudita: Salem Al-Dawsari (Al-Hilal)

Salem Al-Dawsari – Arábia Saudita. Foto: Yasser Bakhsh/Getty Images
Salem Al-Dawsari é uma lenda viva do futebol saudita, tendo dedicado praticamente toda a sua carreira profissional ao Al-Hilal, com uma breve passagem por empréstimo pelo Villarreal na Espanha. No clube de Riad, o meia-atacante faturou dezenas de títulos locais e continentais, incluindo a Liga dos Campeões da Ásia, sendo reconhecido por sua velocidade e facilidade para marcar gols em momentos de alta pressão.
Pela Seleção da Arábia Saudita, Al-Dawsari gravou seu nome na eternidade dos Mundiais ao marcar o gol da histórica vitória de virada sobre a Argentina na Copa do Mundo de 2022. O experiente camisa 10 e capitão chega ao ciclo de 2026 como o líder máximo dos Falcões Verdes, carregando a responsabilidade de ditar o ritmo do time.
Austrália: Mathew Ryan (Levante)

Mathew Ryan – Austrália. Foto: Dustin Bradford/Getty Images
Mathew Ryan construiu uma carreira sólida e respeitada no futebol europeu, acumulando passagens por clubes como Club Brugge, Valencia, Genk, Brighton, Arsenal, Real Sociedad e AZ Alkmaar. No cenário de clubes do Velho Continente, se destacou pela agilidade embaixo das traves, excelente posicionamento e precisão no jogo com os pés.
Pela Seleção Australiana, Ryan é o capitão indiscutível, a liderança máxima do vestiário e o símbolo de estabilidade dos Socceroos. Com a bagagem de já ter defendido o país em edições da Copa do Mundo, ele comanda a linha defensiva com autoridade e serve como a principal referência de experiência na Austrália.
Catar: Akram Afif (Al-Sadd)

Akram Afif – Catar. Foto: Lintao Zhang/Getty Images
Akram Afif teve parte de sua formação na Europa, passando por academias de clubes como Sevilla e Villarreal, além de defender o Eupen, antes de retornar ao Catar para fazer história no Al-Sadd. No principal clube catari, o atacante transformou-se em uma máquina de assistências e gols, dominando o cenário local e continental.
Pela Seleção do Catar, Afif atingiu o status de herói nacional incontestável ao liderar o país na conquista do bicampeonato da Copa da Ásia, terminando como o grande artilheiro e melhor jogador do torneio. O atacante chega à Copa do Mundo de 2026 como a principal esperança técnica dos cataris para surpreender as potências globais no torneio.
Uzbequistão: Eldor Shomurodov (İstanbul Başakşehir)

Eldor Shomurodov – Uzbequistão. Foto: Anvar Ilyasov/Getty Images
Eldor Shomurodov chamou a atenção do futebol europeu atuando na Rússia pelo Rostov antes de se transferir para a Itália, onde vestiu as camisas de Genoa, Roma, Spezia e Cagliari. No futebol italiano, o centroavante se consolidou como um atacante moderno e muito competitivo, destacando-se por sua tática coletiva, estatura física e inteligência. Atualmente joga no İstanbul Başakşehir, por empréstimo.
Pela Seleção Uzbeque, Shomurodov é o maior artilheiro da história do país, o capitão indiscutível e o rosto do futebol nacional. Ele carrega a imensa responsabilidade de liderar a talentosa geração dos Lobos Brancos neste ciclo histórico de expansão, sendo a principal referência técnica e a arma de gols do Uzbequistão.
Jordânia: Mousa Tamari (Rennes)

Mousa Tamari – Jordânia. Foto: Lintao Zhang/Getty Images
Mousa Tamari iniciou sua trajetória profissional no Shabab Al-Ordon e ganhou projeção na Europa brilhando no APOEL, do Chipre, e no OH Leuven, da Bélgica. Suas atuações consistentes e habilidade refinada chamaram a atenção do Montpellier, clube da Ligue 1 onde se consolidou como uma das peças mais perigosas do ataque francês. Segue na França, agora no Rennes.
Pela Seleção Jordaniana, Tamari é amplamente reverenciado por ser a maior referência técnica e o ponto de partida de todas as ações ofensivas do país. Ele liderou a histórica campanha que levou a Jordânia à sua inédita final da Copa da Ásia, chegando ao ciclo de 2026 como a grande estrela e esperança do país para desequilibrar contra os adversários.
Iraque: Aymen Hussein (Al-Karma)

Aymen Hussein – Iraque. Foto: Rodrigo Oropeza/Getty Images
Aymen Hussein construiu uma carreira sólida e prolífica no futebol do Oriente Médio, acumulando passagens de sucesso por clubes do Iraque, como Al-Quwa Al-Jawiya e Al-Shorta, além de atuar em ligas competitivas do Catar, como o Al-Khor. O centroavante se consolidou no cenário asiático como um clássico camisa 9 de área.
Pela Seleção Iraquiana, Hussein é o grande nome ofensivo de sua geração e a principal referência de gols da equipe nos momentos de maior pressão. Ele é um dos principais artilheiros dos Leões da Mesopotâmia em competições de alto nível, assumindo a responsabilidade de balançar as redes no torneio de 2026.
Marrocos: Achraf Hakimi (PSG)

Achraf Hakimi – Marrocos. Foto: Franco Arland/Getty Images
Cria das categorias de base do Real Madrid, Achraf Hakimi teve passagens vitoriosas por Borussia Dortmund e Inter de Milão antes de se transferir para o Paris Saint-Germain, onde se firmou como um dos melhores laterais-direitos do planeta. No clube francês, ele conquistou múltiplos títulos nacionais e se destacou mundialmente por sua velocidade, qualidade nos cruzamentos e inteligência tática.
Pela Seleção Marroquina, Hakimi é um dos líderes indiscutíveis e o grande motor técnico da histórica geração dos Leões do Atlas que surpreendeu o mundo na última Copa. Dono de uma liderança e técnica exemplar dentro de campo, o lateral assume a braçadeira de capitão e o papel de organizador de jogadas para o Mundial de 2026.
Senegal: Sadio Mané (Al-Nassr)

Sadio Mané – Senegal. Foto: Ryan Pierse/Getty Images
Sadio Mané atingiu o topo do futebol mundial com uma passagem lendária pelo Liverpool, onde conquistou a Champions League e a Premier League, brilhando posteriormente no Bayern de Munique. Sua transferência para o Al-Nassr, da Arábia Saudita, marcou o início de uma nova etapa em sua carreira, onde manteve sua alta capacidade de decidir partidas.
Pela Seleção Senegalesa, Mané é o maior ídolo da história moderna do país, tendo liderado os Leões da Teranga na conquista inédita da Copa Africana de Nações e em campanhas mundiais marcantes. O atacante carrega o status de herói nacional e a responsabilidade de comandar a linha de frente de seu país no torneio de 2026.
Costa do Marfim: Franck Kessié (Al-Ahli)

Franck Kessié – Costa do Marfim. Foto: Carl Recine/Getty Images
Franck Kessié despontou na Atalanta e se transformou em um dos melhores meio-campistas do futebol italiano no Milan, antes de defender as cores do Barcelona. O volante transferiu-se para o Al-Ahli, da Arábia Saudita, clube no qual se firmou como o grande protetor da defesa e elemento surpresa no ataque.
Pela Seleção Marfinense, Kessié é o líder incontestável do setor de meio-campo dos Elefantes, acumulando a bagagem de ser o herói do título da Copa Africana de Nações. Ele chega à Copa do Mundo de 2026 com o papel de guiar os mais jovens com sua experiência.
Egito: Mohamed Salah (Liverpool)

Mohamed Salah – Egito. Foto: Catherine Ivill/Getty Images
Mohamed Salah transformou-se em uma lenda viva do Liverpool, onde conquistou a Premier League, a Champions League e múltiplos prêmios de artilharia. Conhecido por sua velocidade e finalizações cirúrgicas, o atacante egípcio é considerado um dos maiores jogadores africanos da história do futebol moderno. Despediu-se do clube inglês ao fim desta temporada.
Pela Seleção Egípcia, Salah é o herói nacional incontestável, tendo liderado o país de volta aos holofotes internacionais. Ele carrega a braçadeira de capitão e a responsabilidade de guiar os Faraós em busca de uma campanha histórica em solo norte-americano.
Argélia: Riyad Mahrez (Al-Ahli)

Riyad Mahrez – Argélia. Foto: Simone Arveda/Getty Images
Riyad Mahrez gravou seu nome na história do futebol inglês ao ser o grande protagonista do Leicester City no título da Premier League em 2016 e, posteriormente, ao se tornar um multicampeão sob o comando de Pep Guardiola no Manchester City. O ponta-direita transferiu-se para o Al-Ahli, da Arábia Saudita, onde manteve seu papel de liderança e qualidade técnica apurada.
Pela Seleção Argelina, Mahrez é o capitão indiscutível, o maior ídolo moderno do país e a grande referência técnica do elenco dos Guerreiros da Fênix. Ele liderou a Argélia na histórica conquista da Copa Africana de Nações em 2019 e chega a este ciclo mundialista com o status de maestro da equipe, carregando a responsabilidade de comandar as ações ofensivas e criar as principais oportunidades de gol.
Gana: Mohammed Kudus (Tottenham)

Mohammed Kudus – Gana. Foto: Dean Mouhtaropoulos/Getty Images
Mohammed Kudus despontou internacionalmente na famosa academia de talentos do Nordsjælland, da Dinamarca, antes de se transferir para o Ajax, onde chamou a atenção do mundo. Suas exibições consistentes motivaram sua contratação pelo West Ham, clube da Premier League no qual se adaptou de forma brilhante e rápida, transformando-se em uma das principais armas ofensivas do time. Em 2025, se transferiu para o Tottenham.
Pela Seleção Ganesa, Kudus assumiu o posto de grande protagonista, sendo o jogador que dita o ritmo e a criatividade da equipe. Ele é a grande esperança dos Estrelas Negras para quebrar as linhas defensivas adversárias e liderar o país em uma campanha de destaque no torneio de 2026.
África do Sul: Percy Tau (Thep Xanh Nam Dinh)

Percy Tau – África do Sul. Foto: Gallo Images/Getty Images
Percy Tau começou sua trajetória no Mamelodi Sundowns antes de se transferir para o futebol europeu, onde defendeu equipes na Bélgica e teve uma passagem pelo Brighton na Premier League. O meia-atacante encontrou o seu auge e estabilidade técnica ao se transferir para o Al-Ahly, do Egito, conquistando títulos da Liga dos Campeões da CAF.
Pela Seleção Sul-Africana, Tau é a grande referência técnica e o ponto de partida de todas as ações ofensivas dos Bafana Bafana. Ele carrega a responsabilidade de liderar o país com sua experiência internacional, sendo o jogador encarregado de organizar as jogadas criativas e buscar os gols decisivos na Copa do Mundo de 2026.
Cabo Verde: Ryan Mendes (Iğdır)

Ryan Mendes – Cabo Verde. Foto: Phil Walter/Getty Images
Ryan Mendes construiu uma carreira sólida no futebol europeu com passagens marcantes pela França, defendendo Le Havre e Lille, além de ter atuado no Nottingham Forest, da Inglaterra, e em grandes clubes dos Emirados Árabes Unidos. Atualmente jogando no Iğdır, da Turquia, o experiente jogador demonstra excelente condicionamento físico e inteligência tática.
Pela Seleção de Cabo Verde, Mendes é o capitão indiscutível, o maior símbolo de longevidade e o principal líder do vestiário dos Tubarões Azuis. Ele esteve presente nas campanhas mais históricas do país em competições continentais e assume o papel de guia, comandando a equipe com autoridade e raça rumo ao cenário do Mundial.
Tunísia: Ellyes Skhiri (Eintracht Frankfurt)

Ellyes Skhiri – Tunísia. Foto: Vaughn Ridley/Getty Images
Ellyes Skhiri deu seus primeiros passos profissionais no Montpellier, da França, onde se consolidou como um volante de excelente consistência defensiva. Suas grandes atuações chamaram a atenção do futebol alemão, onde brilhou pelo Colônia antes de se transferir para o Eintracht Frankfurt, clube no qual se firmou como o verdadeiro motor do meio-campo.
Pela Seleção Tunisiana, Skhiri é o principal nome das Águias de Cartago, acumulando a bagagem de já ter disputado Copas do Mundo anteriores. Conhecido por sua liderança e dedicação, ele é o encarregado de dar estabilidade ao time, organizando o posicionamento da equipe no torneio de 2026.
RD Congo: Yoane Wissa (Newcastle)

Yoane Wissa – Congo. Foto: Simon Barber/Getty Images
Yoane Wissa construiu sua reputação no futebol francês, destacando-se principalmente no Lorient, onde viveu fases artilheiras com seu faro de gol apurado. Seu desempenho chamou a atenção do Brentford, da Premier League, clube onde se transformou em uma peça fundamental do ataque. Atualmente, defende o Newcastle.
Pela Seleção da República Democrática do Congo, Wissa assumiu o posto de principal arma ofensiva e referência de gols do país para este ciclo competitivo. Combinando raça e velocidade nos contra-ataques, o atacante lidera os Leopardos com a missão de colocar a RD Congo em destaque no cenário global.
Estados Unidos: Christian Pulisic (Milan)

Christian Pulisic – Estados Unidos. Foto: Jared C. Tilton/Getty Images
Christian Pulisic despontou como grande promessa no Borussia Dortmund e teve uma passagem vitoriosa pelo Chelsea, onde conquistou o título da Champions League. Sua transferência para o Milan revitalizou sua carreira em alto nível, permitindo que ele demonstrasse toda a sua criatividade, velocidade e faro de gol no futebol italiano.
Pela Seleção dos Estados Unidos, Pulisic ganhou o apelido de “Capitão América” por ser o jogador mais talentoso de sua geração. Jogando em casa nesta Copa do Mundo, ele carrega a missão histórica de liderar a equipe norte-americana em busca de sua melhor campanha em mundiais.
México: Santiago Giménez (Milan)

Santiago Giménez – México. Foto: Omar Vega/Getty Images
Nascido na Argentina e naturalizado mexicano, Santiago Giménez começou sua trajetória profissional no Cruz Azul, onde conquistou o título da Liga MX antes de se transferir para o Feyenoord, da Holanda. No futebol europeu, o centroavante se transformou em um dos finalizadoresmais letais do continente, liderando o clube em conquistas importantes. Se transferiu para o Milan no início de 2025.
Pela Seleção Mexicana, Giménez assumiu o posto de grande esperança ofensiva e camisa 9 titular para o novo ciclo de sua geração. Se destacou ao marcar o gol do título da Copa Ouro da CONCACAF e chega à Copa do Mundo de 2026 com a responsabilidade de ser a principal referência de gols do México.
Canadá: Alphonso Davies (Bayern de Munique)

Alphonso Davies – Canadá. Foto: Michael Owens/Getty Images
Alphonso Davies foi descoberto na MLS pelo Vancouver Whitecaps e rapidamente contratado pelo Bayern de Munique, onde se transformou em um dos melhores laterais-esquerdos do mundo. Com velocidade e grande capacidade de apoio ao ataque, o canadense conquistou títulos da Bundesliga e da Champions League pelo clube alemão.
Pela Seleção Canadense, Davies joga em uma função muito mais ofensiva, atuando como um ponta ou meia criativo devido ao seu talento superior. Ele é o responsável por colocar o Canadá no mapa do futebol mundial e lidera o país anfitrião na esperança de surpreender o planeta em 2026.
Panamá: Adalberto Carrasquilla (UNAM)

Adalberto Carrasquilla – Panamá. Foto: Michael Owens/Getty Images
Adalberto Carrasquilla iniciou sua carreira no Tauro antes de se transferir para o futebol espanhol, onde defendeu o Cartagena. Suas grandes atuações chamaram a atenção do Houston Dynamo, clube da MLS, onde ele se consolidou como uma das principais estrelas da liga norte-americana. No meio-campo do Dynamo, destacou-se por sua visão de jogo. Se transferiu para o UNAM em 2025.
Pela Seleção Panamenha, Carrasquilla atingiu o status de herói nacional e principal referência técnica do país, sendo eleito o melhor jogador da Copa Ouro da CONCACAF em 2023. O meio-campista é o motor dos Canaleros. Ele chega ao Mundial de 2026 com o papel de líder para colocar o Panamá novamente em destaque no cenário global.
Haiti: Duckens Nazon (Esteghlal)

Duckens Nazon – Haiti. Foto: Vaughn Ridley/Getty Images
Duckens Nazon construiu uma carreira bastante dinâmica no futebol internacional, acumulando passagens por clubes de diversos países, incluindo França, Inglaterra, Escócia, Bulgária e o CSKA Sofia, antes de se transferir para o Esteghlal, do Irã. Conhecido pelo apelido de “Le Duc” (O Duque), o atacante é muito respeitado em seus clubes.
Pela Seleção Haitiana, Nazon é o grande ícone ofensivo de sua geração e um dos maiores artilheiros da história do país. Ele carrega a responsabilidade de ser a principal esperança de gols dos Grenadiers, combinando raça e faro de gol apurado nos jogos mais decisivos.
Curaçao: Juninho Bacuna (Volendam)

Juninho Bacuna – Curaçao. Foto: Tim Warner/Getty Images
Juninho Bacuna deu seus primeiros passos no futebol holandês pelo Groningen antes de iniciar uma trajetória sólida e consistente na Inglaterra, onde defendeu equipes como Huddersfield Town, Rangers (Escócia) e Birmingham City. O meio-campista se destaca no cenário britânico por sua imensa versatilidade tática.
Pela Seleção de Curaçao, Bacuna é o capitão indiscutível e experiente em competições europeias de alto nível. Como o grande líder de uma geração que busca surpreender as Américas, ele assume a responsabilidade de ditar a intensidade de Curaçao na Copa do Mundo em 2026.
Nova Zelândia: Chris Wood (Nottingham Forest)

Chris Wood – Nova Zelândia. Foto: Mark Nolan/Getty Images
Chris Wood possui uma carreira extremamente consolidada no futebol inglês, acumulando mais de uma década de experiência na Premier League com passagens de sucesso por clubes como West Bromwich, Leeds United, Burnley e Newcastle. Atualmente no Nottingham Forest, o centroavante veterano vive grandes momentos na elite da Inglaterra.
Pela Seleção da Nova Zelândia, Wood é o maior artilheiro da história do país e o capitão incontestável dos All Whites. Ele é líder e símbolo de esperança da nação na busca por grandes campanhas nos torneios mundiais, carregando a braçadeira com a experiência de quem já disputou a Copa do Mundo em 2010. O centroavante chega à edição de 2026 como a principal arma ofensiva.





