O Botafogo apresentou o atacante uruguaio Lucas Villalba como o primeiro reforço do clube para a temporada de 2026. O jogador, de 24 anos, chega ao futebol brasileiro após negociação com o Nacional-URU, em uma operação avaliada em US$ 3 milhões, cerca de R$ 16,3 milhões na cotação atual.

Villalba atua preferencialmente pelo lado direito do ataque e a diretoria vê no uruguaio uma aposta para qualificar o setor ofensivo, especialmente pensando em uma temporada longa e com múltiplas competições no calendário alvinegro.
Apesar da apresentação oficial, o atacante ainda não poderá ser inscrito pelo Glorioso. O Botafogo segue sob transferban em razão da dívida com o Atlanta United, referente à compra não quitada de Thiago Almada, o que impede o registro de novos atletas neste momento.
Identificação com uruguaios e primeiros contatos no clube
Durante a coletiva, Villalba destacou a ligação histórica entre o Botafogo e jogadores uruguaios: “Sei um pouquinho da história do clube e sobretudo dos compatriotas. Sei do Loco, o ídolo que é aqui. Também pude jogar com Nico Lodeiro, que também jogou aqui”, afirmou o atacante.
O jogador também comentou sobre a presença atual de compatriotas no elenco: “Sei da qualidade de jogadores uruguaios que passaram por aqui. Creio que é algo lindo que temos em comum. Santiago e Mateo já me mandaram mensagem antes da chegada e isso ajuda muito”, completou.
Sobre a adaptação ao futebol brasileiro, Villalba explicou que o processo será natural: “Não falei com o Santi diretamente. Creio que seguiremos nos treinos e isso vai ajudar a traduzir nos jogos. No dia a dia vamos melhorando”, destacou o reforço.

Villalba durante sua apresentação no Botafogo. Foto: Vitor Silva/Botafogo
Sonho com a seleção e adaptação à cidade
Questionado sobre a possibilidade de defender a seleção uruguaia, Villalba foi direto. “Qualquer jogador sonha em jogar em sua seleção. Vou me concentrar no Botafogo e em fazer um bom papel. O futebol brasileiro é uma excelente vitrine”, declarou.

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Fora de campo, o atacante revelou que ainda não conseguiu aproveitar o Rio de Janeiro. “Estamos treinando em dois horários e chego muito cansado. Quando tiver um dia livre, quero conhecer a praia, o Cristo, Ipanema e Copacabana”, concluiu.








