O Botafogo fechou um acordo para receber um aporte de 20 milhões de dólares, o equivalente a R$ 103,9, e nos próximos meses essa quantia deve chegar a 50 milhões de dólares, cerca de R$ 259,8 milhões. Esses recursos foram trazidos por John Textor com o objetivo de encerrar o banimento de transferências do clube.

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Porém, essa movimentação tem gerado bastante debate, especialmente por causa dos juros elevados envolvidos. Segundo informações do UOL Esportes, as taxas de juros não facilitaram o fechamento do negócio.
Além do valor alto, o empréstimo também impõe garantias relacionadas às receitas provenientes da venda de jogadores. Os termos dessa operação acabaram causando um desentendimento entre o responsável pela SAF e o CEO da SAF, Thairo Arruda, que acabou deixando o cargo.
Será que foi um bom acordo?
As taxas realmente são altas demais, tornando a quitação quase impossível. Mas, de acordo com o portal, a estratégia adotada pelo profissional não envolve pagar esses empréstimos com juros, e isso não significa um calote.

João Paulo Magalhaes atual presidente e John Textor CEO do Botafogo durante partida contra o Vasco no estadio Engenhao pelo campeonato Copa Do Brasil 2025. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
Os aportes feitos pelos investidores Hutton Capital e GDA Luma também fazem parte desse cenário. Como destacou o portal, a GDA é especializada em reestruturação de ativos problemáticos — ou seja, instituições endividadas — e tem como objetivo assumir o controle dos clubes que estão na Eagle, empresa de Textor.
Mas essa estratégia foi realmente uma boa jogada?
Quanto aos empréstimos feitos por Hutton e GDA, eles representam os primeiros passos de uma operação maior. A ideia é que esses investimentos se transformem em participação acionária no clube.

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Ou seja, ao invés de devolverem o dinheiro em forma de pagamento convencional, Textor e Botafogo planejam quitar as dívidas através da emissão de ações.








