Sem entrar em campo, o Botafogo saiu vencedor fora das quatro linhas ao assegurar 450 mil euros (R$ 2,8 milhões) com a transferência do goleiro Andrew Ventura para o Flamengo, concretizada pelo Gil Vicente por 1,5 milhão de euros (R$ 9,3 milhões).

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O montante corresponde a 30% dos direitos econômicos mantidos pelo clube alvinegro e será repassado integralmente ao Glorioso. A negociação foi concluída nos últimos dias entre portugueses e rubro-negros, sem participação direta do Botafogo, mas com impacto financeiro garantido.
A fatia contratual preservada assegurou o pagamento independentemente do formato do acordo final, evidenciando a estratégia do clube em proteger ativos no mercado.
Botafogo recebe boa grana
O ponto alto da operação está no detalhe que faz diferença: mesmo fora do elenco e sem vínculo esportivo ativo, o Botafogo colheu retorno imediato. A manutenção do percentual funcionou como um “gol silencioso”, convertendo uma negociação alheia em receita direta e segura para os cofres do clube.
Em análises internas, a avaliação é clara: não houve risco técnico e tampouco necessidade de exposição esportiva. Andrew Ventura esteve próximo de assinar um pré-contrato com o Botafogo em outro momento, mas as tratativas não avançaram após decisão dos representantes do atleta, que optaram por seguir outro caminho.
Flamengo se encaixou com a contratação
Para o Flamengo, a contratação se encaixa em um planejamento que mescla reposição imediata e projeção de médio prazo para a posição. Já o Gil Vicente encerra o ciclo do goleiro no futebol português com lucro, monetizando um ativo valorizado no mercado.








