Sem utilizar seus titulares e sequer com a presença de Renato Gaúcho na viagem, o Vasco deixou claro que trata a Sul-Americana como prioridade secundária neste momento da temporada, mas a estreia diante do Barracas Central serviu como um teste direto para jogadores que buscam espaço.
Além do frustrante empate sem gols na Argentina, o time sob o comando do auxiliar Marcelo Salles revelou um cenário dividido entre quem aproveitou a oportunidade e quem deixou dúvidas no ar.
Destaques mostram caminhos possíveis no elenco
O meio-campista JP foi um dos que mais se destacaram, apresentando consistência na marcação e qualidade na saída de bola, sendo responsável por dar ritmo ao Vasco.
Outro nome que aproveitou a chance foi Hugo Moura, que teve atuação segura à frente da defesa e apareceu em momento decisivo ao bloquear a principal finalização do adversário, evitando que o Vasco saísse em desvantagem.
As atuações dos dois reforçam a possibilidade de ganharem espaço em um elenco que ainda busca alternativas ao time principal, especialmente em um calendário que exige rodagem e respostas rápidas.
Quem merece mais chances no time do Vasco após a estreia?
Quem merece mais chances no time do Vasco após a estreia?
0 PESSOAS JÁ VOTARAM
Quem desperdiçou a chance liga alerta
Se alguns nomes aproveitaram o cenário, outros deixaram escapar uma oportunidade importante. Puma Rodríguez, que era tratado como uma das referências da equipe reserva, teve desempenho abaixo do esperado e protagonizou erros que chamaram atenção negativamente.
Matheus França voltou a apresentar dificuldades em ser decisivo, mantendo um padrão de participação sem efetividade, o que resultou em sua substituição ao longo da partida e reforçou a necessidade de evolução.

RJ – RIO DE JANEIRO – 04/04/2026 – BRASILEIRO A 2026, VASCO X BOTAFOGO – Renato Gaucho tecnico do Vasco durante partida contra o Botafogo no estadio Sao Januario pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Jorge Rodrigues/AGIF
Marino também simbolizou esse cenário ao não transformar uma boa oportunidade em finalização, optando por recuar a jogada em um momento que pedia objetividade, gesto que sintetiza a falta de agressividade ofensiva da equipe.





