A Copa do Mundo Feminina FIFA 2023 vai acontecer no dia 20 de julho de 2023, com o duelo entre Nova Zelândia e Noruega. Desta vez será a maior edição de todos os tempos e sendo a primeira com 32 seleções. O formato adotado será o mesmo do torneio masculino com oito grupos de quatro países, sendo os dois primeiros se classificando para a fase de mata-mata.
Desta vez o torneio também contará com um aumento de 300% na sua premiação em dinheiro. Com 32 seleções na competição, o Mundial terá um fundo de US$ 150 milhões (R$ 792,2 milhões na cotação atual) para distribuir entre os países participantes. Na edição anterior que contou com 24 equipes, o valor a ser distribuído foi de US$ 38 milhões.
Gianni Infantino que foi reeleito para o cargo de presidente da FIFA até 2027, afirmou durante 73º Congresso da entidade máxima do futebol que parte do prêmio em dinheiro será para o pagamento das atletas. Além disso, ele também estabeleceu a meta de trazer igualdade na premiação para homens e mulheres em suas próximas edições da Copa que acontecem, respectivamente em 2026 e 2027.
Vale destacar que o abismo na premiação para homens e mulheres ainda é grande. Na Copa do Mundo no Catar, as seleções masculinas dividiram o montante de US$ 440 milhões (R$ 2,3 bilhões), um valor quase três vezes maior do que o que será pago às mulheres no Mundial deste ano. Sendo assim a proposta da FIFA de promover igualdade na premiação será um desafio para a entidade, mas pode servir de modelo para outras competições. “As mulheres merecem muito, muito mais do que isso e estamos aqui para lutar por elas e com elas”, afirmou Infantino.





