Nesta quinta-feira (17), o Santos encarou o Mirassol pela sétima rodada do Paulistão e amargou uma derrota por 3 a 2. No começo da partida, o Peixe até que conseguiu oferecer perigo para a equipe da casa, porém, voltou a ser assombrado pela oscilação do time e sofreu três gols ainda no primeiro tempo.
Segundo o técnico Fábio Carille, o Santos não teve atitude: “Um primeiro tempo muito apático. Aceitando muito o que o Mirassol queria dentro de campo. Um time que não teve postura, não teve atitude. Tinha que rodar mais a bola, mas começou com o jogo muito moroso, trabalhando passe muito para trás, jogando numa zona de risco. O Mirassol, acelerado, fez três a zero em cima de nós. No segundo tempo, não só falar das mudanças, mas da atitude de todos. Um segundo tempo diferente, querendo, dividindo, jogando para frente, que é o que a gente cobra. É o que temos buscado para crescer neste início de temporada”, afirmou em entrevista coletiva.
No segundo tempo, o Alvinegro Praiano esboçou uma reação e balançou as redes duas vezes, com Madson e Marcos Guilherme, porém, a apatia do primeiro tempo custou caro e o Santos não conseguiu superar o revés no placar. “Fizemos dois gols, merecemos até empatar no final, tivemos oportunidades. Mas, infelizmente, perdemos. É um jogo para levar de lição, para aprendizado. Vamos aprendendo, vendo o que acontece durante as partidas e nos capacitando para tomar as melhores escolhas”.
Com a derrota, a onda de críticas ao trabalho de Carille tende a aumentar, já que a insatisfação da torcida já ecoa na Vila. Segundo o jornalista Lucas Muselli, A diretoria conversará sobre o futuro do técnico nesta sexta-feira (18). Membros do Comitê de Gestão junto com o departamento de futebol, comandado por Edu Dracena e Guilherme Lipi decidirão se o técnico continua ou não no Peixe. O conjunto de atuações de baixo desempenho pesa contra o treinador.