O Palmeiras sabia que seria extremamente importante chegar ao Morumbi com a atenção redobrada, visando conquistar os 3 pontos no Choque-Rei para seguir com moral no Campeonato Brasileiro e não deixar o Botafogo disparar na liderança. Os cariocas, que enfrentaram o Fortaleza, não deslizaram e conseguiram a 8ª vitória na competição.
No entanto, o Verdão também não decepcionou: mesmo sofrendo uma certa pressão do São Paulo em alguns momentos, a equipe comandada por Abel Ferreira soube ser efetiva, aproveitando 2 vacilos de Arboleda e fazendo 2 a 0 no placar. A questão é que o resultado em si não foi o que mais chamou a atenção durante os 90 minutos.
Conforme publicou o portal UOL Esporte, o comentarista Breiller Pires, da ESPN, durante o “Linha de Passe” do último domingo, (11), falou sobre o “embate” entre o técnico português e Calleri, que se estranharam na beira do campo após o centroavante empurrar um palmeirense, ficando “testa a testa” e recebendo cartão amarelo.

Foto: Alan Morici/AGIF – Calleri foi pivô da confusão com o técnico do Palmeiras.
“Vejo que o Abel se sente autorizado a cruzar algumas linhas. Não é nem a reprimida do torcedor, porque ele é um ídolo, agora, quando, por parte da diretoria, ele sobe esse tom, e o que acontece é endossar, ele se sente autorizado a cruzar essas fronteiras e, para mim, o Palmeiras concede uma licença para o Abel ser babaca“, iniciou, completando:
“O Abel já demonstrou que é um profissional muito competente e uma pessoa íntegra, mas em algumas circunstâncias ele é babaca, como foi babaca quando tirou o celular das mãos de um profissional de imprensa, como foi babaca hoje com o Calleri“, opinou o jornalista, que não parou por aí:
Abel merece todas essas críticas?
Abel merece todas essas críticas?
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“Essa cena, para mim, é inadmissível para um treinador, porque entra num espaço que não é dele. […] Isso daí é inaceitável para quem está numa posição de comando. Não há uma interação possível entre treinador e jogador adversário, seja com provocação, com peitada, muito menos com agressão. Não foi o caso do Abel, mas dependendo da reação do jogador, poderia acabar nisso”, finalizou.





