O Grêmio começa a temporada de 2026 com um sinal de alerta ligado no meio-campo. Contratado com expectativa de ser peça importante na criação, Miguel Monsalve ainda não conseguiu transformar potencial em desempenho consistente dentro de campo.
Desde o ano passado, o meia colombiano alterna bons momentos com longos períodos de pouca influência nas partidas. Em jogos pontuais, aparece participativo ofensivamente, mas não sustenta o nível ao longo dos 90 minutos, o que tem gerado incômodo interno.
Oscilação preocupa comissão e pesa no coletivo
Os números ajudam a explicar o cenário. Monsalve soma 30 partidas e seis gols com a camisa do Grêmio, estatísticas que mostram alguma contribuição, mas ainda aquém do esperado para a função que exerce.
Mais do que os dados, o comportamento em campo chama atenção. Em um setor que já enfrenta dificuldades criativas, a falta de regularidade do meia acaba ampliando os problemas do time na construção de jogadas.
Investimento aumenta nível de cobrança
A pressão sobre Monsalve também passa pelo contexto financeiro. O Grêmio investiu cerca de 2 milhões de dólares para adquirir 50% dos direitos econômicos do jogador em 2024, o que elevou a expectativa por retorno técnico.

Guerra no Grêmio. Foto: Lucas Uebel/Grêmio
Com esse cenário, a cobrança cresce naturalmente. Mesmo sem ser o único responsável pelo desempenho coletivo, a posição de articulador coloca o meia no centro das atenções.
Você manteria o Monsalve até o fim do ano?
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Próximos jogos serão decisivos
Apesar das críticas, a comissão técnica segue dando oportunidades ao jogador, o que demonstra confiança em uma possível evolução ao longo da temporada.
Por outro lado, o momento exige resposta rápida. A sequência de jogos pode ser determinante para redefinir o papel de Monsalve no elenco, em um Grêmio que busca mais equilíbrio e regularidade em 2026.






