Zico fez uma revelação sobre o início da carreira de Renato Gaúcho como treinador. Em entrevista para o podcast “Papo Copero”, o eterno camisa 10 da Gávea relatou ter sido o primeiro a dar uma chance ao ídolo do Grêmio para ser técnico de futebol.

“Primeira pessoa a convidar ele para ser técnico fui eu, para ser meu técnico aqui no CFZ do Rio, quando nós íamos jogar a terceira divisão no Campeonato Carioca“, disse o craque consagrado no Flamengo.
O Galinho de Quintino complementou ter chamado Renato Gaúcho para um estágio em seu clube, depois do atacante pendurar as chuteiras no Bangu, em 1999. Posteriormente, o treinador assumiria o Madureira no ano seguinte.
Entretanto, Renato Gaúcho teve uma experiência anterior como técnico, conciliando o ofício com o de jogador. Em 1996, dirigiu o Fluminense nas últimas rodadas do Brasileirão em que terminou na penúltima colocação.
Zico apoia Renato Gaúcho na seleção brasileira no futuro
Questionado se Renato Gaúcho tem o perfil de técnico, Zico ressaltou toda a vivência que o ex-ponta teve no futebol e que esta experiência seria fundamental para a condução de grupos de jogadores.
“Ele tinha a personalidade dele, o conhecimento que tinha de futebol, das coisas que estavam envolvidas dentro do vestiário, do dia a dia de treinamento. A gente sabia que ele era um bom tipo para comandar“, avaliou o Galinho de Quintino.
Deste modo, Zico se mostrou favorável a uma chance da seleção brasileira para Renato Gaúcho. “É lógico que, como técnico de futebol depende de uma série de coisas, depende também de você saber escolher as pessoas que estão trabalhando do seu lado. E ele tinha uma visão muito boa sobre isso. Então, fiquei muito feliz de todo esse sucesso que ele teve por onde passou e está tendo. Sempre falei que poderia muito bem ser um dos técnicos da seleção brasileira“, disse o ex-camisa 10.
Estilo de Renato Gaúcho
Por fim, Zico elogiou a forma de atuação dos times de Renato Gaúcho. “Você vê que os times deles jogam soltos, jogam para vencer, jogam com gana. É um cara que faz um ambiente bom e isso é fundamental. Faz o jogador dentro do campo ter prazer em correr mais um pouco para ajudar e para fazer o treinador feliz“, concluiu.