Nesta quinta-feira (13), o atacante Rossi assinou contrato com o Al Faisaly, da Arábia Saudita. Apresentado no mundo árabe assim que chancelou o acerto, o jogador agora tem vínculo com os sauditas até junho de 2023. Entretanto, sua situação com o Bahia não é das melhores, pois sua saída do Esquadrão levantou controversas e um litígio se configurou.
Segundo informação do Globoesporte.com, o Tricolor da Boa Terra vai acionar seu departamento jurídico para avaliar a situação e tomar as atitudes devidas, pois no acordo que Rossi tinha com o Bahia, o fim de seu contrato em dezembro de 2021, demandaria automaticamente uma renovação. A tal cláusula, determina que se o jogador atuasse em 60% dos jogos no ano passado, sua permanência seria prolongada.
No entanto, as partes divergem do cumprimento de tal meta. Para o Tricolor, o percentual foi alcançado, porém, o atleta alega que a meta não foi traçada. O ponto da discórdia está no Campeonato Baiano. O clube afirma que o vínculo de Rossi, contempla os jogos do time principal e como a competição Estadual é disputada pelos aspirantes, os jogos não entram no cálculo.
Todavia, na contabilidade do Esquadrão, o atacante atuou em 69,3% (43 de 62). Mas, nos cálculos de Rossi, entram os jogos do Campeonato Baiano, pois o atleta considera que tal disputa tem nível profissional. Contudo, o jogador afirma que foi a campo em 58,9% das partidas (43 de 73).
Contudo, o atacante diverge do Bahia e contabiliza todas as partidas disputadas pelo clube na temporada. Ele entende que jogos do Campeonato Baiano, competição de nível profissional, deve integrar as contas. Dessa forma, ele foi a campo em 58,9% das partidas (43 de 73). O ex-camisa 7 do Esquadrão chegou no começo de 2020 e em sua passagem disputou 95 partidas. Na última temporada, se destacou por ser o número 1 em assistências no elenco, realizando 10. Em 2021, foi autor de oito gols.





