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Grêmio

Felipão "ataca" arbitragem e expõe histórico do Grêmio com Ricardo Marques no apito: "16 ou 17 derrotas"

Jogando em casa, o Tricolor desperdiçou uma grande oportunidade de deixar o Z-4; os jogadores e o técnico reclamaram muito do árbitro mineiro

O Grêmio foi derrotado por 1×0 pelo Corinthians, na noite do último sábado, na Arena, em Porto Alegre, e desperdiçou a oportunidade de deixar a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Após duas vitória seguidas nas últimas rodadas, o Tricolor perdeu o jogo e a cabeça contra os paulistas, deixando o gramado na bronca com a arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro.

Ainda na primeira etapa, o Grêmio reclama de um suposto pênalti não marcado sobre Rafinha. Já no segundo tempo, próximo aos 35 minutos, o lance que originou o gol de Jô, que aproveitou cruzamento para marcar de cabeça, levou os jogadores à loucura. O meio-campista Maicon foi o mais exaltado e acabou expulso por reclamação.

Em entrevista coletiva, o técnico Luiz Felipe Scolari não escondeu a irritação com a arbitragem, apontando o histórico ruim do Grêmio com Ricardo Marques Ribeiro no apito. “São 34 jogos do Grêmio que esse árbitro apitou. São 5 vitórias do Grêmio. E são 16 ou 17 derrotas. Será que todos esses jogos nós estivemos tão mal assim? Estranho. Mas o Corinthians fez seu trabalho, venceu, está de parabéns“, questionou.

Contestamos porque ele não deu o pênalti no Rafinha. O Rafinha foi empurrado vergonhosamente dentro da área. Se ele estava participando do lance ou não, não quer dizer nada. Nem VAR teve. Estranho para mim, muito estranho“, adicionou Felipão, que pretende ter uma conversa interna, mas também com a CBF sobre o árbitro mineiro.

Pretendo administrar juntamente com a direção, com uma conversa entre nós, jogadores e também com a CBF. Porque se alguma conduta foi errada da nossa parte, nós também temos que olhar o que que o árbitro fez hoje. Nós temos que ter cuidado, sim, ter que analisar, ter equilíbrio. Mas temos também que conversar com as pessoas que estão dirigindo o futebol brasileiro. Está difícil“, completou.