O Corinthians venceu o São Caetano pelo placar de 1×0, na noite do último domingo (14), em jogo válido pela quarta rodada do Campeonato Paulista de 2021. No entanto, o jogo no estádio Anacleto Campanella não foi o único assunto que tomou conta dos bastidores do Timão no final de semana, envolvidos por uma polêmica.
Ainda na tarde de ontem, o Corinthians confirmou a saída do médicoIvan Grava. O profissional teve o seu pedido de demissão oficializado pelo clube após uma divergência internacom relação ao período de retorno às atividades dos atletas contamidos pela Covid-19 – o clube passou por um surto da doença nos últimos dias.
Logo após o duelo com o São Caetano, o presidente Duílio Monteiro Alves se pronunciou sobre o assunto e explicou a polêmica. “Não existe nenhum problema de descumprimento de protocolo. Essa conversa não existiu. Existe o protocolo que o Corinthians segue há um ano, protocolo usado pela OMS (Organização Mundial de Saúde): sintomas leve ou sem sintomas podem voltar em dez dias. No treino, eles são avaliados e voltam. Com sintomas de internação, (voltam) em 15 dias“, disse.

“O Corinthians se baseia em ciência. O período máximo de já jogar é dez dias após infecção. Foi uma discordância de tempo de retorno entre o Corinthians e o Ivan (Grava). Todo o corpo médico conversou sobre as razões do protocolo com tempo maior. Não foi o presidente. O que existe é um corpo médico. Ficou resolvido que voltariam antes do previsto pelo Ivan. Ele se sentiu desautorizado e pediu demissão. Ninguém descumpriu protocolo“, completou o mandatário.
De acordo com informação do “Blog do Perrone“, após a mudança, Joaquim Grava, pai de Ivan e consultor do Corinthians, está propenso a deixar o clube.Segundo a publicação, ele avalia que “não faz sentido continuar sem ter no departamento o médico no qual mais confia“. O profissional está há 43 anos no Timãoe é próximo do ex-presidente Andrés Sanchez, que decidiu homenageá-lo com o nome do CT.





