Após o tropeço em casa, o Botafogo conquistou uma vitória importante diante do Racing, no El Cilindro, na vitória por 3 a 2, em partida disputada na última quarta-feira (15), válida pela Copa Sul-Americana.
Como estratégia, Alex Telles apareceu como um nome determinante nos bastidores. Após vídeo divulgado pelo clube, o jogador contagiou o elenco durante discurso antes da partida. O lateral relembrou os tempos de pandemia e pediu o apoio de todos.
“Quem jogou na pandemia sabe, quem jogou com portão fechado sabe. O time que tiver mais comunicação, os 11 de campo mais os que estão no banco, quem estiver mais comunicando, quem estiver gritando, quem estiver passando energia para dentro de campo vai ganhar”.
Cobrança por união
“A gente precisa mais do que nunca de quem está no banco hoje. Cada jogada, cada corrida, tem que estar com a gente dentro de campo. Tem que estar ajudando a gente, porque eles vão ver que a gente vai estar junto. Se a gente passar essa energia, quem está no banco passar energia para dentro de campo, nós vamos correr para caralho. E quem entrar é para dar a vida também, porque a gente vai voltar com a vitória”, apontou.
Alex Telles fez diferença nos bastidores do Botafogo?
Alex Telles fez diferença nos bastidores do Botafogo?
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Diante do resultado conquistado na partida, o Glorioso assumiu a liderança do Grupo E da Copa Sul-Americana. Atualmente o clube carioca soma quatro pontos, empatado com o Caracas, que ocupa a segunda colocação.

Evolução determinante na partida
Durante coletiva de imprensa, o técnico Franclim Carvalho ainda avaliou o desempenho da equipe atuando fora de casa. “Creio que vocês conhecem as estratégias do Racing. O Racing consegue colocar muita gente por dentro e é muito difícil defender. Preferíamos controlar a partida com a bola, mas não conseguimos”.
“Esta é a verdade. No primeiro tempo, conseguimos um pouco. No segundo tempo, estávamos ganhando, mas foi mais difícil. Medina, Allan e Danilo fizeram uma ótima partida sem a bola. O que não gostei sem a bola foi do trabalho dos pontas, que têm de correr mais”.






