Após fechar 2025 de maneira amarga, com a derrota na final da Copa do Brasil diante da torcida no Maracanã, o Vasco começa a projetar a temporada 2026, na qual tenta voltar a conquistar um título após quase uma década, já que não levanta uma taça desde 2016.

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E, para voltar a ser campeão, o Cruzmaltino segue reformulando seu elenco, com chegadas de novos atletas e de jogadores que estavam emprestados, como é o caso de Maxime Domínguez, que retornou de empréstimo do Toronto FC (Canadá) e será observado de perto pela comissão técnica comandada por Fernando Diniz.
No clube canadense, o meia ganhou espaço no time titular, embora tenha encontrado um ambiente instável e em processo de reconstrução. Foram 25 jogos disputados, com uma assistência registrada e nenhum gol marcado.
Reformulação no Toronto atrapalhou o meia
Em entrevista concedida ao GE, o jornalista Tiago Brandão, do Território MLS, que acompanhou de perto a última edição da Major League Soccer, falou sobre o desempenho do vascaíno. O Toronto FC viveu uma ampla reformulação após investimentos pesados em temporadas anteriores, que acabaram prejudicando o desempenho da equipe em 2025.
“O Toronto estava passando por uma reformulação muito grande, não apenas no elenco, mas em toda a estrutura. Investiu muito dinheiro nas contratações de Insigne e Bernardeschi, dois grandes nomes, mas nenhum deles funcionou. Depois de um tempo, o clube decidiu abandonar esse projeto e iniciar uma reconstrução na temporada passada”, iniciou Brandão.

“Houve outras saídas, claro, e o Maxime chegou justamente para suprir essas ausências. O Toronto não teve uma boa campanha, não alcançou grandes resultados. Maxime foi titular e rapidamente assumiu espaço, participou de alguns bons jogos. Ainda assim, foi uma passagem que não deixou muita saudade”, afirmou o jornalista.
Individualmente, Maxime teve um bom desempenho
Segundo o jornalista, Maxime atuou em diversas ocasiões em uma função mais recuada no meio, como segundo ou até terceiro volante. “Foi uma passagem interessante pelo que ele apresentou. O ambiente conturbado do Toronto também dificultou uma avaliação mais precisa do futebol dele. Individualmente, teve um desempenho positivo”, destacou.

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“Jogou um pouco mais como segundo volante ou terceiro homem do meio. É um jogador que chega bem ao ataque, tem muita mobilidade e flutua bastante pelo setor. A MLS é uma liga mais intensa e veloz, então essa característica fazia sentido. Mas foi um período curto. Se fosse dar uma nota, ficaria entre 6,5 e 7”, completou.








