A saída de Philippe Coutinho do Vasco impactou diretamente o presidente Pedrinho, que passou a considerar com ainda mais força a possibilidade de encerrar seu ciclo no CRVG ao fim do mandato, em dezembro de 2026.

A informação é do setorista Lucas Moret, que acompanha o dia a dia em São Januário. Internamente, a rescisão de Coutinho, oficializada na última quarta-feira (18) em meio a questões emocionais, foi vista como um duro golpe para a atual gestão.
A contratação do meia por empréstimo junto ao Aston Villa, em 2024, era tratada pela diretoria como uma das principais vitórias do mandato — tanto pelo peso técnico quanto pelo simbolismo de repatriar um jogador identificado com o CRVG.
Rescisão de Coutinho foi um golpe na ‘espinha’ de Pedrinho
Nos bastidores, todavia, a saída inesperada do camisa 10 aumentou a sensação de frustração dentro da cúpula vascaína. Coutinho ainda não revelou seus próximos passos e vem sendo sondado por clubes do Brasil e da MLS.
O episódio se soma ao ambiente conturbado no futebol, à pressão crescente da torcida por resultados e ao desgaste político vivido pela diretoria, fatores que vêm influenciando diretamente a reflexão de Pedrinho sobre o futuro.

Philippe Coutinho pediu sua rescisão do Vasco e ‘abalou as estruturas’ da gestão Pedrinho – Foto: IMAGO / Fotoarena
Trajetória de Pedrinho na alta cúpula do Vasco
Eleito em novembro de 2023 pela chapa Sempre Vasco e empossado em janeiro de 2024, Pedrinho assumiu o cargo após a gestão de Jorge Salgado, com mandato previsto até dezembro de 2026.

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No momento, a tendência interna é de que o dirigente se afaste cada vez mais da ideia de disputar a reeleição, avaliando encerrar sua trajetória à frente do CRVG ao término do período.








