O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, segue rasgando elogios a Estêvão Willian. Mesmo meses após declarações públicas feitas em novembro do ano passado, o treinador italiano continua destacando, nos bastidores, a importância do jovem ponta-direita do Chelsea no projeto visando a Copa do Mundo FIFA de 2026.

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Na ocasião, durante evento promovido pela Confederação Brasileira de Futebol, Ancelotti foi questionado sobre o peso do talento individual em uma campanha de Copa do Mundo e utilizou Estêvão como exemplo.
Talento a serviço do coletivo
Sem citar números, mas deixando clara a admiração, Ancelotti destacou que nunca viu uma equipe campeã sem talento, mas fez questão de frisar que a qualidade individual precisa estar alinhada ao coletivo.
“Obviamente, o talento faz a diferença, porque eu nunca vi uma equipe que não tem talento ganhar”, afirmou o treinador na época.

Estêvão atua no Chelsea. Justin Setterfield/Getty Images
Ele ainda reforçou a importância do comprometimento com o grupo:
“Não quero convocar jogadores que querem ser os melhores do mundo, eu quero chamar jogadores que querem ganhar a Copa do Mundo. Isso mostra a diferença entre um grande jogador e um líder no campo.”
Nos bastidores, a avaliação da comissão técnica é de que Estêvão reúne exatamente essas características: talento decisivo e entendimento tático crescente.
Números que reforçam a confiança
Desde a chegada de Ancelotti ao comando da Seleção, Estêvão marcou cinco gols em cinco partidas como titular, tornando-se o artilheiro da equipe no período.
O desempenho consistente consolidou o atacante como presença praticamente certa na convocação para 2026. Além da capacidade de desequilíbrio no um contra um, o jovem tem mostrado maturidade para atuar dentro de um modelo mais estruturado, algo valorizado pelo treinador italiano.
Projeto de longo prazo
Mesmo em fevereiro, meses após as declarações públicas, Ancelotti segue mencionando Estêvão de forma positiva em conversas internas. O entendimento é que o atacante pode ser um diferencial técnico em uma competição de tiro curto como a Copa do Mundo, desde que mantenha a evolução e o foco coletivo.

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O recado do treinador é claro: talento é indispensável, mas só faz sentido quando colocado a serviço da equipe. E, para Ancelotti, Estêvão está no caminho certo.








