A Nike é a fornecedora de material esportivo de 13 das 32 Seleções que estarão disputando a Copa do Mundo do Qatar, entre elas, a Seleção Brasileira, que desta vez terá em seu uniforme as marcas da fauna brasileira. A coleção nomeada “Garra Brasileira” tem seu desenho baseado na onça pintada, um dos mais emblemáticos animais da fauna nacional.
Porém, de acordo com informações do Folha de São Paulo, a Confederação Brasileira de Futebol estaria em busca de receber os royalties da Nike pela venda das camisas da Seleção. Segundo o Folha, o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, perguntou recentemente a assessores quanto a entidade receberia de royalties e teria sido informado que nenhum valor seria repassado.
Ainda conforme apurado pelo veículo de comunicação, Ednaldo Rodrigues deve se reunir, no próximo mês, com executivos da multinacional e dentre os pontos que serão abordados está uma reivindicação pelo pagamento de um percentual das camisas. Vale destacar, porém, que nem a CBF e nem a Nike se pronunciaram a cerca dos detalhes do contrato.
Vibrante e arrojado, o uniforme 2022 da Seleção Brasileira homenageia a coragem e a cultura de um povo que nunca desiste. Inspirado na garra e beleza da onça, a camisa une todos os brasileiros.#VesteAGarra
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A Nike é patrocinadora oficial da CBF desde 1996, e a CBF pretende prorrogar o contrato que pode ir até 2030, desde que sejam pagas luvas à entidade no momento da assinatura. Segundo a ESPN Brasil, a CBF recebe da Nike atualmente US$ 35,5 milhões (R$ 187,8 milhões pela cotação atual) por ano. É quase o dobro do que a Adidas paga para patrocinar a Argentina (cerca de US$ 20 milhões ou R$ 105,8 milhões).





