Na última quinta-feira (28), o São Paulo encarou o Flamengo na estreia do Brasileirão e venceu por 2 a 1 de virada, em partida disputada no Morumbi. Após o duelo, o técnico Hernán Crespo abordou a situação de Alisson, que foi reintegrado aos treinos após negociação fracassada com o Corinthians. O treinador foi sincero sobre o futuro do jogador, que foi liberado para negociar justamente porque estava fora de seus planos.

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Crespo deixou a decisão sobre a permanência nas mãos da diretoria, mas, garantiu que o meio-campista será acolhido pelo elenco e deixou claro que Alisson ainda tem chances de uma reviravolta e voltar a ser acionado.
“Os detalhes têm que falar o Rui (Costa) e o Rafinha. Por enquanto, a gente vai abraçar ele. É um jogador do São Paulo. Se ele estiver bem, vai jogar”, declarou o treinador do Clube da Fé, dando esperança de um recomeço, após a novela que marcou as tratativas.
Entretanto, a situação do jogador no Tricolor acabou ficando polêmica. Isso porque a torcida não engoliu as movimentações para uma possível saída, ainda mais para um rival. Antes da partida, torcedores protestaram contra o meio-campista e estenderam uma faixa perto do estádio são-paulino com os dizeres: “Alisson traidor. O São Paulo não precisa de você”.
Tricolor ainda pensa em negociar Alisson
Alisson voltou a treinar na quarta-feira, juntamente com os atletas que não foram relacionados para o duelo contra o Flamengo. A ideia é estudar possíveis novas propostas, pois ele ainda está disponível no mercado.

Crespo comemora gol do Tricolor, sobre o Flamengo, com Luciano – Foto: Flickr Oficial São Paulo Futebol Clube
Nos bastidores do clube, rumores chegaram a apontar que o atleta só teria novas chances caso Crespo saísse e um novo treinador o aproveitasse.
Entenda a polêmica da negociação
Corinthians e São Paulo selaram um acordo, e Alisson chegou a ir ao CT Joaquim Grava, sem participar de atividades, nem fazer exames médicos. Entretanto, o Corinthians não fez o pagamento para concretizar o negócio.

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O Tricolor exigia R$ 1 milhão à vista para liberar o jogador e outros R$ 500 mil no segundo semestre. O acordo ainda previa bônus de R$ 1,5 milhão se o jogador atuasse por pelo menos 45 minutos em 20 partidas ou mais.








