O empate sem gols entre Santos e Red Bull Bragantino, neste sábado (25), pela quinta rodada do Campeonato Paulista, teve um nome apontado como vilão pela torcida alvinegra: Lautaro Díaz. Em uma partida marcada por pouca inspiração ofensiva, o atacante foi alvo de vaias antes mesmo da bola rolar e saiu ainda mais pressionado após mais uma atuação abaixo do esperado.

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A partida, disputada às 16h (de Brasília) na Neo Química Arena, ficou longe de empolgar. Santos e Bragantino fizeram um jogo arrastado, com raras chances de gol e baixo nível técnico, o que aumentou a impaciência das arquibancadas ao longo dos 90 minutos.
Primeiro tempo travado e sem criatividade
Os primeiros 45 minutos foram de poucas emoções. O Bragantino até ensaiou maior posse de bola no início, mas sem transformar o domínio em chances claras. Com o passar do tempo, o Santos passou a ter mais a bola, porém sem intensidade ou volume ofensivo suficiente para incomodar Cleiton.
A melhor oportunidade do primeiro tempo foi do Peixe, já nos acréscimos, quando Gabigol finalizou de primeira da entrada da área, mas mandou por cima do gol. O lance isolado não foi suficiente para evitar vaias da torcida, que demonstrava insatisfação com o rendimento coletivo.
Lautaro Díaz na mira da torcida
Entre os principais alvos das críticas esteve Lautaro Díaz. Antes mesmo do apito inicial, o atacante já havia recebido vaias ao ter o nome anunciado. Em campo, a irritação aumentou com erros técnicos, dificuldades na pressão sem a bola e pouca contribuição ofensiva.
Nas redes sociais, torcedores foram diretos ao apontar que, para o Santos ser um time competitivo e intenso, como Vojvoda costuma exigir, é necessário abrir mão de jogadores que não entregam desempenho com e sem bola. A comparação com atacantes mais completos, como Vitor Roque, foi frequente entre os santistas.
Identidade em debate e lado esquerdo criticado
Outro ponto que gerou forte repercussão foi o lado esquerdo do Santos. A dupla formada por Escobar e Lautaro Díaz foi duramente criticada pela torcida, que classificou o setor como “horripilante” durante o jogo. A falta de profundidade, qualidade técnica e agressividade ofensiva pesou negativamente.

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Parte da torcida defende que Vojvoda precisa assumir mais riscos, abrir o time e apostar em jogadores mais jovens para manter a identidade de pressão e intensidade. Para muitos, insistir em nomes contestados acaba tirando competitividade do time.








