Nesta quarta-feira (17), o Santos encarou a lanterna Chapecoense pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro. Com gols de Marinho e Marcos Guilherme, o Peixe venceu por 2 a 0. Com a vitória, o time chega 42 pontos no Brasileirão e, uma vitória contra o Corinthians já neste domingo (21), pode carimbar a permanência do alvinegro praiano na Série A.

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Após o duelo, o técnico Fábio Carille falou da importância de somar mais três pontos na competição: “É um número importante, mas não é definitivo. Eu sei que precisamos de mais. Estamos dando arrancada em momento importante. De 18 pontos, ganhamos 13. Porcentagem muito boa em momento decisivo. Mas falta mais.”
O comandante do Peixe destacou que a Chapecoense jogava “sem peso” e, nos resultados recentes, empatou com o Flamengo e com o Cuiabá, fora de casa: “A gente enfrentou uma equipe que a situação está resolvida. Empatou com o Flamengo, Cuiabá fora… De três jogos, perdeu um, pro Juventude em casa. Em alguns momentos aceleramos demais e ficamos ansiosos, com muita vontade, e tomando decisões erradas. Por isso não ficamos tanto com a bola. Hoje o mais importante era vencer.”
Mesmo com os três pontos, Carille terá dor de cabeça até domingo, quando vai reencontrar o Corinthians. Marinho, Pará e Madson deixaram o campo mais cedo, com o primeiro saindo de campo aos prantos.O camisa 11 sentiu uma fisgada no posterior da coxa esquerda quando corria sozinho no meio-campo. Em entrevista ao Premiere, Marinho disse:
“Eu sou um cara que fico muito triste, odeio ficar fora de jogo. Eu tinha ficado fora do jogo, doente no hotel, viajei doente, mas queria estar junto. Hoje consegui jogar, iniciar fazendo o gol, mas depois senti uma fisgada na posterior. Agora é pensar em recuperar para que não seja nada grave e estar de volta o quanto antes.”Agora, ele deverá ser avaliado peloDepartamento Médico do Santos para entender melhor qual o grau da lesão que teve.








