Desde que Abel Ferreira assumiu o comando técnico do Palmeiras, a situação mudou completamente, passando de coadjuvante em vários momentos para um constante favorito aos títulos. Se não bastasse ser considerado um dos melhores, ainda teve sucesso e erguer várias taças nos últimos anos, comprovando em campo a qualidade perante os demais.
Resta claro que tudo não são flores, tanto que em 2022 a Copa do Brasil e Libertadores “escaparam”, mas o Verdão ainda tem chances claríssimas de vencer o Campeonato Brasileiro e terminar de forma digna.Em entrevista ao “Buzz Talk”, o comandante palmeirense não escondeu qual situação o deixa mais irritado atualmente:
“O que eu fico p*** não é quando erram cruzamento ou perdem um gol. É quando tem que dividir a bola com tudo e tiram o pé. Quando tem que correr e não vai. O esforço. A parte física do esforço eu fico p***. A parte técnica não, pois tenho certeza que ele quer fazer bem. Não critico a decisão, o jogador quer fazer o melhor para ele e equipe. As questões do esforço, atitude, entregar tudo. É inegociável“, revelou o português, que também falou sobre as tentativas de Rony em marcar de bicicleta:

“Nunca falei (para o Rony) ‘para de fazer isso’ (dar bicicleta). Uma vez ele tinha que fazer o gol com o pé e foi com a cabeça no chão. Eu disse ‘como você lembrou de ir com a cabeça no chão?’. Ele disse ‘não diga nada, professor. Fui brincar com ele, pois sabia que queria fazer o gol. Na parte técnica, o cruzamento, o chute, são os jogadores (que fazem). Quando vem um erro técnico e tem vaia, eu digo para esquecer, pois o próximo lance é o mais importante. O jogador fica pensando no que aconteceu, remoendo na cabeça. Isso que não quero“, completou.
Abel revelou que o que sua mulher faz quando ele é expulso:
“Cada vez que for expulso, vou vender um carro”
Ainda revelou que está montando um Mustang 1966 aqui no Brasil
�� Buzz Talk
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— INFOS Palestra ⓟ ���� ���� (@Infos_palestra) September 26, 2022
Por fim, Abel ainda falou sobre quando era jogador, até mesmo sendo convocado em Portugal por Felipão:“Ali eu já estava de olho em ser treinador. Tinha 27, 28 anos, mas já queria ser (treinador). E eu pensei: ‘tenho duas semanas para ver os melhores jogadores portugueses, o melhor treinador’. Várias pessoas me dizem que sempre andava com um bloco (de notas) atrás de todos. Sim, eu anotava tudo. Essa convocação veio e eu imaginei: ‘se conseguir jogar, será ótimo, se não, vou aprender com os melhores’. Esse foi meu intuito. E a verdade é que não joguei, treinei só, mas foram duas semanas de muito aprendizado”, relembrou, conforme publicou o portal Torcedores.





