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Abel perde a paciência com ‘fogo amigo’ e manda recado enfático: “não lhe corre nas veias”

Abel fez um pedido a torcida e fez uma defesa fervorosa de seus atetas

Foto: Cesar Greco
Foto: Cesar Greco

Nesta quarta-feira (29) o Palmeiras seguiu sua trajetória implacável e venceu o Cerro Porteño por 3 a 0, no primeiro confronto das oitavas de final da Copa Libertadores. Ao bater a equipe paraguaia em Assunção, o Palestra dá um passo importante para a classificação para as quartas de final da competição. A partida teve dois gols de Rony e um de Murilo.

O técnico Abel Ferreira concedeu entrevista coletiva após o dueloe foi logo revelando que o resultado no Paraguai, começou a ser construído no Brasileirão: “Esse jogo começou a ser ganho no jogo com o Avaí. O treinador do Palmeiras acredita em todos os seus jogadores”, cravou Abel, se referindo ao fato de ter utilizado grande parte dos reservas no empate em 2 a 2 contra a equipe de Santa Catarina.

A declaração de Abel foi dirigida aos torcedores do Verdão que questionam o poder de fogo do plantel Alviverde, tanto, que na sequência, o comandante português fez um pedido para a massa palmeirense: “O que peço é para acreditar nos jogadores mesmo quando o treinador faz asneiras ou eles jogam mal. Isso é um verdadeiro torcedor, isso é ser palmeirense. Quem critica, não lhe corre nas veias o que é ser palmeirense. Quando criticamos o clube ou jogadores, estamos a criticar isso (neste momento, o treinador segurou o escudo do Palmeiras de seu casado, de forma enfática). Dou a minha palavra de honra que todos trabalham e dão o máximo”.

Abel continuou a bater na tecla de valorização de seus jogadores e se aprofundou ao abordar a conhecida ‘cornetagem amendoim” de torcedores do Palmeiras: “Parabéns aos nossos jogadores que são gente séria, de caráter e que entregam tudo o que tem em cada momento. E há momentos em que as coisas vão sair mal. Agradeço o apoio, as críticas, mas precisamos estar todos juntos em todos os momentos. Tenho uma admiração grande pelos nossos jogadores. Por isso me custa… Se são os nossos vizinhos a criticar, sabemos como funciona. Agora… Os meus, os nossos, os da família? Não posso aceitar. Quem não erra na vida? Quem não faz asneiras? Quem é perfeito no trabalho? Não conheço ninguém perfeito. Queremos que os jogadores sejam perfeitos… Eles jogam com os pés, não com as mãos. Com a cabeça…”.

O técnico do Palmeiras mostrou que está conectado com o passado do Verdão e na entrevista, fez questão de citar e elogiar Arce, técnico do Cerro Porteño, que honrou o Manto Verde e Branco entre 1998 e 2002: “Quero dar parabéns ao Arce. Tem uma história muito grande no nosso clube. O Cerro entrou muito bem e nos bloqueou. As marcações do Cerro foram difíceis e duras. Tivemos paciência, calma e procuramos impor nosso jogo. Isso é jogo de Libertadores, competitivo”.

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