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Athletico Paranaense

Pai de António Oliveira apoia decisão do treinador em deixar o Athletico e detona o clube: “Deveria ter saído antes”

Treinador pediu demissão na manhã desta quinta-feira (9) e não é mais técnico do Athletico

Foto: Divulgação/ Athletico Paranaense
Foto: Divulgação/ Athletico Paranaense

Após a derrota vexatória para o Cascavel FC por 2 a 1 na tarde da última quarta-feira (8), que culminou na eliminação do Athletico Parananese do Campeonato Paranaense, o técnico António Oliveira surpreendeu a todos na manhã desta quinta-feira (9) e entregou o cargo. O motivo: o português criticou o calendário e alegou que os jogadores não são uma máquina.

Antonio Oliveira chegou ao Athletico no ano passado após o clube não conseguir prosseguir nas conversas com Roger Machado. Desde então o comandante responsável por deixar o Furacão no 9º lugar do Brasileirão, semifinalista da Copa Sul-Americana e muito próximo de alcançar a semifinal da Copa do Brasil. Quem apoiou a decisão do filho foi o ídolo português Toni.

Durante uma discussão com um torcedor do CAP, o pai do treinador avaliou que António deveria ter saído do Furacão após a saída de Vitinho, para o Dínamo de Kiev e que há um “cranco” no time paranaense. “Quando venderam o Vitinho, era nesse dia que o treinador devia ter saído, porque tiraram quem marcava gols e dava profundidade ao jogo do Athletico”, iniciou Toni, que continuou.”Foi uma grande experiência num clube com grande história, mas com um cancro dentro do plantel que destrói o trabalho de um líder”, concluiu.

O treinador português também se manifestou em seu Instagram após a decisão de deixar o Athletico Paranaense: “Hoje encerro minha passagem pelo Club Athletico Paranaense por decisão minha, há muito amadurecida e por diversas razões avaliadas de forma consciente e profissional. Foi uma experiência profissional de grande valia, onde conheci pessoas fantásticas e aprendi como me superar, mostrando que é possível pensar grande, mesmo com todas as dificuldades existentes. Houve a lembrança do meu nome por vários clubes, mas resolvi ficar pelo projeto. Faço questão de dar os parabéns a esta equipa pelo enorme esforço e dedicação. Mas como sempre disse, jogadores não são máquinas e tudo tem limites. Saio de consciência tranquila e agradeço o apoio de todos que, junto comigo, saímos de uma zona de queda no ano passado para a fase final de duas das copas, simultaneamente, fato inédito na história do CAP”, concluiu.

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