Carballo tentou, mas não conseguiu acelerar sua saída do Imortal
O Grêmio vai aproveitar o valioso período de pausa para a Data FIFA para ajustar detalhes e corrigir problemas no elenco. O Imortal precisa urgentemente dar uma guinada na tabela do Brasileirão Betano para ao menos garantir uma vaga na Copa Sul-Americana.

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No momento, a equipe treinada pelo técnico Mano Menezes está na 14ª colocação, fora da zona de classificação da Sula, com dois pontos de diferença do Corinthians, primeira equipe a cravar a classificação para a competição continental.
No entanto, o Tricolor dos Pampas vive um ano de problemas não apenas dentro das quatro linhas, mas também com situações pendentes no grupo, com jogadores que, inclusive, já pediram para deixar o Clube, como Kike Oliveira, que encabeça a lista das dispensas.
No entanto, nesta terça-feira (11), veio à tona uma negociação que por pouco não tirou Carballo do Tricolor. Quem abriu o jogo sobre a situação foi o pai do jogador.
Pai do volante contou tudo
Em entrevista à Rádio El Espectador, de Montevidéu, Javier Carballo, pai do volante, revelou bastidores da negociação que acabou frustrada. O uruguaio estava convicto em retornar ao seu país de origem, mas não conseguiu realizar o seu desejo. A informação é do Portal do Gremista.

Carballo em ação pelo Imortal – Foto: Jorge Rodrigues/AGIF
Javier era preparador físico da comissão técnica de Pablo Pereiano e Carballo virou prioridade no time uruguaio. Assim, o pai do volante expô detalhes: “Na metade do ano, o primeiro jogador que o Pablo pediu foi um volante. Aí surgiu o nome do Felipe. Quando falavam deste tema, eu me levantava e saía. Ele veio para o Grêmio para treinar, ficou um mês no hotel porque queria negociar com o Nacional. Estava disposto a abrir mão de dinheiro”.
Grêmio barrou desejo do meio-campista

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Tudo isso aconteceu quando Carballo retornou de empréstimo ao New York Red Bulls. O Imortal, no entanto, não se interessou em vender o jogador e ele retornou aos Estados Unidos para atuar no Portland Timbers: “Um dia, o presidente do Nacional me disse: “Vamos atrás do filho pródigo”. Felipe ficou esperando até o último momento, até que chegou uma mensagem dizendo para seguir no Grêmio. Doeu, porque ele queria voltar”.








