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“Também pra quem chuta a bola”; Colunista do Itatiaia alivia o ‘peso nas costas’ de Coudet e responsabiliza falhas dos jogadores do Atlético-MG

Eliminado da Copa do Brasil na última quarta-feira (31), o Galo terá que se concentrar no próximo clássico contra o Cruzeiro no Brasileirão

O Atlético-MG foi eliminado para o Corinthians na Copa do Brasil e agora se esforço para garantir uma vaga na fase de mata-mata da Libertadores e permanecer no G4 da tabela do Campeonato Brasileiro. Mesmo que a situação do Galo no Brasileirão seja tecnicamente ‘confortável’, aos olhos do torcedor atleticano, o desempenho tem muito o que melhorar.

Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Na visão de muitos, o Galo foi o maior responsável pela sua própria eliminação na Copa do Brasil devido às escolhas do técnico argentino Eduardo Coudet para a disputa da última quarta-feira frente ao Corinthians, em duelo em que o Alvinegro de BH apenas precisava da manutenção do resultado do primeiro jogo no Brasileirão.

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Ainda que o Atlético-MG estivesse atuando fora de casa, como ocorreu na Arena Neo Química quarta-feira (31), uma eliminação estava fora de cogitação para os torcedores alvinegros. No entanto, na opinião de Edu Panzi, colunista do portal informativo da Rádio Itatiaia, a responsabilidade não se restringe apenas nas decisões do treinador.

“É claro que Coudet chamou para ele a responsabilidade no jogo em Itaquera quando mudou muito a equipe titular. Acho que deu uma menosprezada na competição e no Corinthians, em São Paulo. E não se menospreza esses dois. Agora … e quem esteve em campo? Qual o tamanho da responsabilidade?”, iniciou.

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“Sete jogadores em Itaquera estiveram no Maracanã ( no confronto, também pelas oitavas de final, da Copa do Brasil e 2022) um ano antes. E tiveram a mesma péssima atuação que tiveram contra o Flamengo, agora contra o Corinthians. Pouca entrega, pouca intensidade, pouca concentração. Jogaram um amistoso enquanto o adversário jogava um mata-mata. Uma final se matava”, pontuou Panzi.

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“Passou da hora do Atlético e desses atletas serem mais o Atlético de 2021, que se matava em campo e matava o adversário; e menos o Atlético de 2022 que viu o adversário se matar em campo e morria nos mata-matas. Está na hora de jogar a responsabilidade também pra quem chuta a bola. E lá em Itaquera, os jogadores chutaram no travessão, para fora e na mão do goleiro”, completou o colunista em tom de cobrança aos jogadores do elenco.

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