O Vasco ainda não conseguiu voltar ao histórico estádio de São Januário em meio a uma decisão polêmica quanto a interdição. A 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) manteve a postura de impedir que o Gigante da Colina jogue no local onde Romário, Roberto Dinamite e vários outros craques fizeram a alegria do povo carioca. Agora, em tempos novos para o Cruz-Maltino, um novo líder resolveu reclamar do tratamento jurídico dado ao caso.
Léo ficou bolado com a interdição de São Januário
Em entrevista para os canais oficiais do Vasco da Gama, o zagueiro Léo mostrou todo o seu descontentamento com interdição de São Januário. O jogador começou a reclamação compartilhando o apoio dos moradores da favela da Barreira com o Clube. O Gigante tem tradição antiga com o estádio e os argumentos utilizados, de que a localidade empregaria perigo aos eventos lá organizados, não foram bem aceitos entre os adeptos.
“Nos últimos dias tem sido comentado sobre a torcida não poder frequentar o estádio, sobre não poder ter jogo em São Januário. São quase 100 anos de história, a Barreira tem uma ligação muito forte com o Vasco. Diversas pessoas que moram na Barreira trabalham no Vasco. Então não vejo por que não ter jogo lá, por que essa torcida que, desde o ano passado vem batendo recorde de público, não pode estar no seu estádio, vendo os seus jogadores”, reclamou Léo.
Léo será professor ou advogado quando se aposentar do futebol
— Kaio 🧸 (@kaiomessi10) August 31, 2023
Um detalhe super importante ressaltado por Léo em outro momento da entrevista é sobre a construção de São Januário, feito a partir do apoio popular. Com a utilização quase centenária da Colina Histórica, os vascaínos questionam o motivo que levaram a Justiça do Rio proibir a utilização do estádio justamente agora. Por fim, o jogador ainda mostrou a desigualdade no tratamento entre os outros clubes.
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São Januário sofre uma injustiça
“Agora, depois de quase 100 anos, não pode utilizar o estádio que foi construído pelos torcedores, que tem essa importância tão forte na América Latina. Até uns anos atrás era o maior estádio da América Latina. A gente para pensar: todo mundo joga no seu estádio, só o Vasco que não pode? Eu tenho pensado muito sobre isso, muitos aqui dentro do Vasco também tem pensado muito sobre isso”, completou o zagueiro do Vasco.





