O Santos convive com problemas financeiros e a diretoria do presidente Andrés Rueda tem uma série de situações para resolver nos bastidores. Um dos problemas mais emergentes na Vila Belmiro envolve o futuro de atletas que não serão utilizados pelo técnico argentino Ariel Holan na sequência da temporada 2021.
Conforme a reportagem do “Lance!“,o zagueiro Cléber Reis, e os atacantes, Rodrigão, Felippe Cardoso e Lucas Venuto, que estão fora dos planos, geram um custo de quase R$ 1 milhão por mês, entresalários e encargos trabalhistas. A direção do Peixe se movimenta para definir as situações, mas encontra dificuldades para conseguir negociações.
Os jogadores retornaram de empréstimo neste início de temporada e os casos já servem de exemplo para a nova gestão. A diretoria atual que implementar uma política salarial para impedir novas situações do tipo. Os quatro jogadores, ainda que “encostados” na Baixada Santista, têm contratos longos pela frente.

Marcado pelo “imbróglio” com o Hamburgo, da Alemanha, Cléber Reis soma empréstimos por Ponte Preta, Oeste, Coritiba e Paraná. O zagueiro, que chegou em 2017, na gestão de Modesto Roma, tem vínculo até 30 de janeiro de 2022. Antes dele, ainda em 2016, Rodrigão chegou e nunca se firmou. Com contrato até 31 de maio de 2022, o atacante jádefendeuBahia, Coritiba, Ceará e Avaí desde então.
Ninguém qr kkkkkkkkk temporada desastrosa no SPORT
— Carlosˢᶠᶜ ⚪⚫ (@Carlosmca10) March 9, 2021
Em 2018, Felippe Cardoso foi pedido por Cuca e chegou a marcar um gol em 11 jogos, mas na sequência saiu emprestado para Ceará e Fluminense – ele está ligado ao Peixe até 30 de setembro de 2023. Já em 2019, Lucas Venuto desembarcou doVancouver Whitecaps (Canadá) após indicação de Jorge Sampaoli. Com contrato até o fim de 2022, o meia passou 2020 no Sport.





