Em 2019, o meia Jean Mota vivenciou uma situação de incertezas no Santos, após o Peixe perder um clássico, chegou a declarar que não sabia se a diretoria do clube, então comandada por José Carlos Peres, contava com ele no grupo. Na época, o jogador se referia a “coisas de bastidores” que não passavam pelo atleta, em uma alusão a supostas propostas de outros times pelo seu futebol.
Dois anos se passaram e o cenário mudou, Jean Mota ganhou espaço, agradou o técnico Fernando Diniz e hoje é titular do Peixe. Em entrevista ao Diário do Peixe, o meia relembrou os momentos difíceis que passou na Vila, bem como, comentou sobre as propostas que recebeu:
“Desde 2017 surgem propostas para mim, algumas eu sabia, outras eu ficava sabendo só depois, outras nem chegavam para mim, e isso me deixava triste. Depois de um clássico eu fui infeliz em dar uma entrevista falando que não sabia se a diretoria contava comigo, mais por conta disso, de chegar proposta e o presidente não conversar comigo, não saber qual a intenção, meus planos, e simplesmente deixar, não aceitar, e não falar nada para mim. Mas ali eu entendi também que era um momento inoportuno, depois de um clássico, tínhamos perdido e deveríamos resolver internamente”, disse Jean Mota.

Para o jogador, as coisas mudaram na Vila, como exemplo, ele citou a proposta feita que o Alanyaspor, da Turquia, fez nesta temporada para contratá-lo. A intenção da equipe turca era contar com o jogador em definitivo. A direção santista, por sua vez, recusou a proposta. Mas, segundo Jean mota, a negociação foi conduzida de forma correta.
“Sim, era uma proposta boa para mim, mas para o clube não era interessante. Mas como falei, conversamos. Aqui o presidente está sempre em diálogo. É outra gestão, são outras pessoas, são verdadeiros, estão sempre ali dando informações, entendendo seu lado, lado do clube. Isso facilita muito”, completou.




