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Série B

Tatiana Roma rebate afirmações feitas pelo presidente do Náutico em entrevista concedida à emissora de rádio

Tatiana alega que não tem conhecimento da cláusula que impediria a demissão de Errisson da Superintendência Financeira do clube

Foto: Rafael Vieira/AGIF | Náutico está nas vésperas da eleição para definir o futuro do clube e quem comandará o Timbu
Foto: Rafael Vieira/AGIF | Náutico está nas vésperas da eleição para definir o futuro do clube e quem comandará o Timbu

Tatiana Roma tornou pública uma denúncia feita sobre um suposto caso de assédio sexual envolvendo o superintendente financeiro do Náutico, Errisson Melo, que também é irmão do presidente do clube. O presidente do clube, Edno Melo, se pronunciou em entrevista à Rádio Jornal, afirmando que Tatiana teria proposto o acordo extrajudicial para retirar a primeira denúncia feita por ela junto ao Conselho Deliberativo.

Além de negar que propôs o acordo, Tatiana disse não ter conhecimento da cláusula impediria a demissão de Errisson, no documento assinado por ambas as partes. “Óbvio que é mentira que eu propus o acordo. Ele que me propôs. Sobre essa cláusula, ou ela foi apagada com errorex (corretivo) ou ela não existe. Não tem nenhuma cláusula que fala que Errisson ficaria até o final do ano. Ele é desmentido pelo próprio acordo”, afirmou Tatiana em entrevista ao GE.

Além de atribuir a Tatiana Roma o acordo extrajudicial para retirar a denuncia feita junto ao Conselho Deliberativo do Clube, Errisson também solicitou que a ex-diretora apresentasse os nomes das outras funcionárias que teriam sido vítimas do gestor financeiro. “Não vou dizer o nome de nenhuma das funcionárias porque cada uma tem o direito de denunciar quando quiser e na hora que quiser. Elas me contaram na condição de anonimato e assim manterei.”, afirmou ao portal.

Foto: Reprodução | De acordo com Tatiane, outras quatro mulheres foram vítimas de Errisson
Foto: Reprodução | De acordo com Tatiane, outras quatro mulheres foram vítimas de Errisson

Um dos pontos que o presidente Edno Melo fez questão de destacar foi o momento ‘escolhido’ para que as acusações viessem à tona. O presidente sugeriu que a exposição teria interesses eleitorais. “Um caso tão grave dessa qualquer pessoa teria no mínimo a coerência de deixar em sigilo. Como é que um caso tão grave desse, se não fosse por motivo eleitoral, se espalharia da maneira que se espalhou?”, disse à Rádio Jornal.

Acusação da qual Tatiana Roma se defendeu. “Se eu quisesse que fosse algo eleitoreiro eu não teria dado entrada com a denúncia em setembro no conselho em sigilo. O processo só saiu do conselho porque nada foi feito. Sou amiga pessoal de Bruno Becker, mas não tenho nada a ver com a candidatura dele. No dia da eleição estarei no Rio de Janeiro fazendo uma pós graduação em gestão do futebol na CBF.”, concluiu.

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