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Vasco da Gama

“Só a primeira vez”; Zé Ricardo explica teste contra o Brusque e deixa no ar reviravolta na equipe do Vasco

Treinador declarou que partida contra o Brusque teve uma "química muito legal" da equipe da Colina

Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Nesta quinta-feira (26) o Vasco recebeu o Brusque em São Januário e venceu por 2 a 0. A vitória colocou o Gigante na vice-liderança da competição. O desempenho do Cruzmaltino dentro de campo deixou o técnico Zé Ricardo bastante satisfeito, e ao conceder entrevista coletiva após a partida, abordou o peso do resultado.

“Vitória é fundamental pra gente. Fazendo uma análise em blocos de três em três jogos, temos uma sequência bem dura. Grêmio e Cruzeiro em casa e o Náutico fora. Sabia que fazer os três pontos e casa era fundamental para partir para a sequência. O grupo tem demonstrado tudo aquilo que sabemos, uma química muito legal. Isso é um ponto de partida do nosso trabalho”, detalhou o comandante da Colina.

Zé Ricardo avalia que o Vasco conseguiu se impor na segunda etapa da partida e que as alterações alavancaram a consistência da equipe: “Acho que tivemos um primeiro tempo onde algumas coisas que imaginávamos não aconteceram. Equipe do Brusque veio de uma forma bem corajosa, apostando nas bolas longas e atraindo nossos dois meias. Até os 30, 35 minutos, o jogo estava num nível mais equilibrado. Já no segundo tempo fomos mais consistentes, principalmente depois das trocas. Acho que a vitória foi merecida”.

O Vasco teve como novidade entre os 11 que iniciaram a partida, a escalação de Palacios. A atuação do chileno gerou uma certa frustração, já que o atacante não rendeu tão positivamente como desempenhou nas partidas em que foi acionado no decorrer dos jogos. Entretanto, Zé Ricardo explicou o motivo: “Já comentamos em coletivas anteriores que havia a possibilidade deles (Nenê e Palacios) jogarem juntos, mas dependia de treinos, de jogos e de repetição. A nossa ideia era fazer o Palacios partir de fora para dentro, a gente tinha a entrada do Weverton no lugar do Gabriel Dias, que dá mais profundidade. Fazendo uma cobertura com o Yuri ou com o Andrey, e fazer o Palacios se aproximar do Nenê, junto com o Raniel, ter um triângulo com uma capacidade técnica boa. O nosso problema foi que não conseguimos ter tempo para fazer isso”.

Mas, o treinador acredita que a parceria ainda pode render bons frutos: “A gente foi um pouco ansioso, talvez pela energia que colocamos no início da partida, sabíamos que era um jogo importante, mas, nas poucas vezes que esse desenho aconteceu, tivemos boas oportunidades. Vi um desenho positivo, mas foi só a primeira vez dos dois juntos”, completou ao expor esperanças na dupla Palacios & Nenê.

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