A torcida cruzeirense já não tem mais paciência para nenhum tipo de conduta da atual diretoria do clube. Até mesmo o presidenteSérgio Santos Rodrigues, antes elogiado, tem recebido críticas pesadas e muitos cobram uma cobrança maior do dirigente em relação ao elenco, treinador e planejamento no futebol. Como a equipe não engrena dentro de campo, a pressão é compartilhada por todos dentro da Toca da Raposa.
Para piorar, uma declaração do mandatário deixou a torcida furiosa: nesta quinta (08), durante entrevista coletiva, o cartola ousou ao dizer que pretende fazer no Cruzeirão Cabuloso uma gestão parecida com clubes da Premier League, citando Manchester City e Liverpool, além de ironizar o Ibis.
“É crítica falar que a gente mira o Liverpool e o Manchester City. Pô! Vou mirar quem? O Íbis? É claro que eu miro o Manchester City e o Liverpool, é óbvio. Eu quero muito que o meu site pareça o deles. Demais. Mas não só o site. A gestão também. E é isso o que a gente mira.E todas essas pessoas sempre falaram que, para construir esses clubes lá fora, só se ganha dentro de campo depois que se ganha fora de campo, com sustentabilidade”, explicou.
O que ficou claro hoje:
1) Sergio Rodrigues é um vaidoso que vive em uma outra realidade. Sem preparado para o clube.
2) Ele morre de medo do Bruno Vicintin voltar ao clube. A cutucada infundada feita hoje foi gratuita demais. Ficou feio pra ele.— Manager (@gabrieImanager) October 8, 2020
Sérgio Rodrigues também fez questão de alfinetar a antiga diretoria da Raposa e ressaltou a dificuldade em colocar oclubenovamente aos trilhos com todos os problemas financeiros. O presidente também deixou um recado para os torcedores que criticam os atuais diretores.
“E aí eu falo: qual exemplo que a gente quer? A gente quer aquele Cruzeiro que foi bicampeão brasileiro em 2013 e 2014, da Copa do Brasil em 2017 e 2018? E eu vejo muito torcedor falando que quer esse Cruzeiro, e não quer um novo Cruzeiro. Mas onde que esse Cruzeiro trouxe a gente? Onde que a gente está hoje?Por isso que eu falo: vamos deixar de ser massa de manobra para ser massa crítica (…)”, concluiu.





