Desde a chegada de Rodolfo Landim à presidência, a torcida do Flamengo ficou acostumada com o clube realizando grandes contratações. Só no ano passado, oMengãoinvestiu mais de R$ 100 milhões em oito novos jogadores. Nesta temporada, oFlacontinuou na mesma pegada no mercado eadquiriuGabriel Barbosa em definitivo por aproximadamente R$ 78,6 milhões.
Antes da pandemia, o Rubro-Negro ainda estava em busca de mais algumas oportunidades de negócio. Os dirigentes gostariam de ter um lateral-direito para ser reserva imediato do Rafinha e um meio-campista com características parecidas com a duplaArrascaetae Everton Ribeiro; Rafinha Alcântara, hoje no Celta de Vigo, sempre foi o grande sonho. Mas, com a paralisação dos campeonatos, a prioridade mudou e o clube passou a priorizar pagamento de contas.
Em entrevista à ESPN Brasil, vice-presidente de finanças do Flamengo, Rodrigo Tostes, não descartou mais contratações em um futuro próximo. O dirigente deu a entender que quando tudo se ajustar oMengãovai seguir trazendo mais atletas de destaques, quecheguempara causar impacto.
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Um dos principais pilares na remontada do Flamengo em 2013.
Obrigado, tostes.
— Bicampeão da Libertadores (@gabrisimoesl) July 1, 2020
“Eu acho que não (vai impedir de fazer grandes contratações no futuro). Tudo vai depender de como a gente vai terminar o ano. Dentro desse ano não dá para se falar nada disso. Se por acaso o Flamengo teve baques aqui, os outros clubes lá também tiveram. Então acho que houve uma redução do valor do negócio como um todo, em todos os lugares”, explicou o cartola.
O VP flamenguista ressaltou que se o time do Flamengo continuar conquistando títulos, consequentemente isso irá trazer mais patrocinador, prêmios e receitas ao clube. Com isso, o Mais Querido do Brasil vai continuar muito forte e poderá realizar novos investimentos para trazer jogadores que estão atuando fora do Brasil.
“Acho que com as ações que a gente está tomando, não vou dizer que a gente sai mais forte, mas a gente sai tão protegido quanto a gente estava antes. Na mesma situação que a gente estava antes. Neste ano acho que não. Neste ano, acho que está fora de questão. Mas acho que ano que vem, se a gente tiver êxito como a gente teve êxito ano passado. Isso traz mais prêmios, mais patrocinador, traz esse espiral para cima de receita. Então acho que a gente vai estar tão forte como estava no início do ano passado”, concluiu.




