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Athletico Paranaense

Relembre a trajetória do vice campeonato do Athletico Paranaense na Copa Libertadores 2022

Furacão fez bonito para chegar à sua segunda final de Libertadores na história e disputar a taça inédita, mas acabou derrotado pelo Flamengo na decisão

O Athletico Paranaense é um dos clubes que mais cresceu nos últimos 25anos no Brasil. Isso porque, após a inauguração da Arena da Baixada, no fim dos anos 90, o Clube do Paraná passou a ser considerado como um dos grandes do futebol brasileiro. Não à toa, venceu o Brasileirão de 2001 e foi vice-campeão em 2004. Aliás, a campanha de 2004 credenciou a equipe a para sua terceira Libertadores na história.

Foto: Robson Mafra/AGIF - Torcida se reuniu na Arena da Baixada na grande final.
Foto: Robson Mafra/AGIF - Torcida se reuniu na Arena da Baixada na grande final.
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Na época, mesmo sem tanta tradição na competição, Fernandinho e CIA levaram o Furacão à decisão, mas a impossibilidade de atuar na Arena da Baixada e a ótima atuação do São Paulo no jogo de volta deram o vice-campeonato ao Athletico. Agora, após 17 anos da primeira aparição, o Athletico voltou à final da principal competição de clubes do continente sul-americano.

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Desse modo, vamos lembrar a trajetória do Clube até a decisão. Primeiramente, é interessante destacar que o Rubro-Negro se classificou à Libertadores graças ao título da Copa Sul-Americana do ano passado. Na decisão contra o também brasileiro Red Bull Bragantino, Nikão fez o gol do bicampeonato da equipe na competição, que rendeu a vaga direta à fase de grupos da Libertadores em 2022. Com isso, o Athletico apostou em contratações caras – Vitor Roque, Canobbio, Cuello e etc – para a edição deste ano.

Foto: FocoUy/AGIF - Elenco comemorando o bicampeonato da Sul-Americana em 2021.

Foto: FocoUy/AGIF – Elenco comemorando o bicampeonato da Sul-Americana em 2021.

Fase de Grupos

Agora que você já se lembrou como o Athletico se credenciou para disputar a Libertadores, vale destacar que a competição começou com Alberto Valentim no comando técnico da equipe. Ademais, os paranaenses caíram em um grupo comLibertad (PAR), The Strongest (BOL) e Caracas (VEN). Na primeira partida, empate sem gols contra os venezuelanos do Caracas, fora de casa.

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Foto: Robson Mafra/AGIF - Arena da Baixada foi uma das grandes aliadas do time na competição

Foto: Robson Mafra/AGIF – Arena da Baixada foi uma das grandes aliadas do time na competição

Já na segunda rodada, o Athletico já havia demitido Alberto Valentim e contratado Fábio Carille. O treinador estreou com vitória por 1 a 0 sobre o The Strongest, na Arena da Baixada. Na sequência, a primeira derrota na competição. Em Assunção, derrota por 1 a 0 para o Libertad. Para piorar, o Athletico foi até a altitude de La Paz na quarta rodada e levou uma goleada de 5 a 0 do The Strongest. Aliás, a goleada mudou a história da equipe em 2022, visto que o presidente Mário Celso Petraglia optou por demitir Carille e contratar Felipão.

Foto: Robson Mafra/AGIF - Equipe titular na partida contra o The Strongest (BOL)

Foto: Robson Mafra/AGIF – Equipe titular na partida contra o The Strongest (BOL).

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Na sua estreia na Libertadores pelo Clube, Luiz Felipe Scolari modificou a equipe e o Furacão conquistou uma excelente vitória sobre o Libertad, por 2 a 0. Na última rodada, brigando pela classificação, o Furacão derrotou o Caracas por 5 a 1 e carimbou sua vaga às oitavas de final como segundo colocado do grupo. Assim, após o sorteio, o Libertad cruzounovamente o caminhodo Athletico.

Mata-mata

Oitavas de final

Nas oitavas, Vitor Roque marcou seu primeiro gol na Copa Libertadores e o Rubro-Negro conseguiu uma importante vitória por 2 a 1, com o outro gol tendo sido marcado por Nico Hernández. No jogo de volta, mesmo perdendo por 1 a 0 até os minutos finais por conta do gol do veterano Roque Santa Cruz, Rômulo saiu do banco para marcar aos 45 do segundo tempo o gol da classificação.

Foto: Gabriel Machado/AGIF - Momento do gol de Nico contra o Libertad.

Foto: Gabriel Machado/AGIF – Momento do gol de Nico contra o Libertad.

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Quartas de final

Na fase seguinte, o adversário da vez foi o Estudiantes (ARG), equipe argentina tetracampeã da Copa Libertadores. Depois de ter despachado o Bragantino na fase de grupos e o Fortaleza nas oitavas, o empate sem gols no jogo de ida na Arena da Baixada não foi um grande resultado para os comandados de Felipão. No entanto, com mais um 0 a 0 se encaminhando na volta, Vitor Roque marcou com 50 minutos do segundo tempo, abriu o placar e ajudou o Athletico a fazer história, chegando às semifinais.

Foto: Robson Mafra/AGIF - Vitor Roque decidiu o confronto contra o Estudiantes.

Foto: Robson Mafra/AGIF – Vitor Roque decidiu o confronto contra o Estudiantes.

Semifinal

Na semifinal, o Athletico passou por sua maior prova de fogo, visto que precisou eliminar o até então bicampeão da América: o Palmeiras de Abel Ferreira. No jogo da ida, vitória do Furacão por 1 a 0, graças ao gol de Alex Santana, jogador que chegou no decorrer do mata-mata e foi crucial em algumas partidas. De quebra, o resultado colocou fim a uma série de 20 jogos seguidos do Palmeiras sem perder como visitante na competição. Para rever os lances, basta acessar o Star+.

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Foto: Gabriel Machado/AGIF - Alex Santana comemorando gol contra o Palmeiras.

Foto: Gabriel Machado/AGIF – Alex Santana comemorando gol contra o Palmeiras.

Já no jogo de volta, o Palmeiras chegou a abrir 2 a 0 mesmo com um jogador a menos, mas os gols de Pablo e Terans fizeram com que o Furacão não só despachasse o “time a ser batido”, como também voltasse a uma final de Libertadores após 17 anosde ausência.Isto é, Felipão colocou o Rubro-Negro em um dos jogos mais importantes da história do Clube Paranaense.

Foto: Ettore Chiereguini/AGIF - Fernandinho e Pablo comemorando vaga na decisão.

Foto: Ettore Chiereguini/AGIF – Fernandinho e Pablo comemorando vaga na decisão.

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Final

Apesar de toda a campanha ao longo do ano, a decisão da competição acabou não sendo como o torcedor esperava. Após um primeiro tempo equilibrado, a expulsão de Pedro Henrique no final do primeiro tempo complicou o Athletico, que acabou levando o único gol do jogo nos acréscimos da primeira etapa. Éverton Ribeiro cruzou e Gabigol marcou o gol do título do Flamengo. Com isso, o Furacão termina a Libertadores mais uma vez com o vice campeonato, assim como em 2005. Se quiser rever os lances da decisão, ‘assista aqui‘.

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