A posição de goleiro no Grêmio foi uma dor de cabeça para Renato Portaluppi em 2019. Após a conquista de títulos importantes, Marcelo Grohe, formado na base do clube, se despediu para atuar no Al Ittihad, da Arábia Saudita, e abriu uma lacuna. A posição só ganhou um titular confiável com a chegada de Vanderlei, após Paulo Victor e Júlio César criarempreocupações para os torcedores.

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Uma das esperanças nos bastidores do Tricolor Gaúchopara o setor era uma joia da base, que acabou não conseguindo espaço. Apesar de acumular convocações para a Seleção Brasileira, recebendo até mesmo a oportunidade de Tite para treinar no grupo principal, Phelipe Megiolaro nunca ganhou sequência no Grêmio.
Na reta final de 2019, o goleiro de 21 anos chegou a ser acionado em duas partidas do Campeonato Brasileiro. No entanto, as chances não voltaram a aparecer após a virada do ano e a convocação para o Pré-Olímpico Sub-23. Além disso, Phelipe Megiolaro viu Brenno se tornar o arqueiro jovem do elenco e acabou sendo recolado no Time de Transição. Também jovem, Vinícius Machado vem recebendo elogios.

Foto: Lucas Uebel/Grêmio/Divulgação
Sem espaço, o goleiro esteve envolvido em especulações para deixar o Grêmio e foi buscar conselhos com Taffarel, especialista na posição e atual preparador da Seleção. “Ele veio me perguntar sobre a possibilidade de ir pra Portugal. Eu disse pra ele ir correndo. Não pode deixar passar. Ele precisa jogar“, revelou o ex-goleiro, em entrevista à Rádio Grenal.
Na visão de Taffarel, a altura pode ter pesado contra Phelipe no Grêmio, apesar de o jovem ter 1,85m.”Sou amigo e tenho falado com ele. Tem um potencial muito grande. A questão da altura talvez tenha barrado ele no Grêmio”, avaliou.Na comparação, Vanderlei é o mais alto, com 1,95m, seguido por Júlio César, com 1,91m, Brenno, que mede 1,88m, e Paulo Vicotr, com 1,87m.








