O meio-campo da Jangada Atômica é palco de rotatividade em uma das vagas. De certo mesmo, apenas o volante Éderson, titular absoluto no time treinado pelo técnico Vojvoda. Entretanto, o camisa 13 do Pici, em cinco jogos, teve a companhia de três jogadores diferentes: Felipe, o titular, esteve afastado nas últimas três rodadas, com isso, cedeu lugar a Matheus Jussa, que atuou contra Bahia, Atlético-MG e Internacional. Na Copa do Brasil, contra o São Paulo, foi a vez de Ronald ser o parceiro de Éderson.
Em entrevista ao portal Esportes O POVO, Éderson destacou que os três apresentam estilos de jogo diferentes, porém, não apontou preferências: “Joguei com todos da posição, me sinto jogando bem com todos. Claro que cada um tem suas características, qualidades e coisas a melhorar, assim como eu também. Mas não acho que um seja melhor que outro para jogar ao lado. Nós, os jogadores de meio-campo, estamos bem entrosados e acredito que, como eu, todos se sentem seguros quando estamos juntos dentro de campo”.
Na equipe do Leão do Pici, Éderson lidera praticamente todos os quesitos no setor: interceptações certas, desarmes e dribles. No Campeonato Brasileiro, é líder em interceptações, com 21 certas, ao lado de Gabriel Girotto, do Corinthians. Porém, não é apenas em ações defensivas que o jogador se destaca no Tricolor, pois o camisa 13 também é um dos trunfos do Fortaleza em jogadas ofensivas que surpreende a área adversária, bem como, em chutes de longa distância. O volante também comentou o que propicia sua versatilidade:
���� Éderson entre todos do @FortalezaEC no BR21:
�� 1º em desarmes (36)
�� 1º em intercepta (18)
�� 1º em finalizações (37)
�� 1º em dribles (17)
�� 1º em faltas sofridas (40)
�� 2º em assistências (4)É o 3º do BR21 com mais desarmes + intercepta e só o 84º em faltas cometidas! pic.twitter.com/2mc4rUc1GC
— Footstats I2A (@Footstats) August 31, 2021
“O Fortaleza tem uma comissão técnica sensacional, que cuida da gente e nos dá total condições de fazer o que o professor pede. Sempre que posso, chego perto da área, sem prejudicar a marcação e deixar buracos lá atrás. Gosto de avançar com a bola e quando vejo que tenho espaço e o apoio dos meus companheiros de equipe em campo, faço. Esse equilíbrio também vem muito do nosso grupo, que é muito unido e forte. Esses números são meus, mas também quero dividir o mérito com os meus colegas, que me dão segurança para atacar e defender num mesmo ritmo”, finalizou Éderson.





