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Maxi Biancucchi aponta responsável para o atual sucesso do Fla: “É meu amigo e está fazendo um grande trabalho”

O argentino chegou ao Rubro-Negro em 2007 e ficou na Gávea até o final de 2009; ao "O Globo", ele conta detalhes da sua passagem pelo Mengão e um grande amigo que conquistou no clube

Maxi Biancucchi chegou ao Flamengo em 2007, cercado de grande expectativa por ser primo de Lionel Messi. No Fla-Flu de 16 de agosto daquele ano, fez logo um golaço na estreia e parecia que seria um grande craque a vestir o Manto Sagrado. O argentino ficou no Rubro-Negro até o final de 2009, quando decidiu sair do Brasil para jogar no Cruz Azul-MEX, time em que foi destaque absoluto em 2010.

A passagem pelo Rubro-Negro teve um “brilhareco” até o começo de 2008, mas o ex-atacante perdeu espaço e não ficava nem no banco de reservas em algumas ocasiões. No futebol brasileiro, ainda jogou no Bahia e Vitória. Em entrevista para o jornal “O Globo”, Maxi relembrou os tempos de Flamengo, enalteceu a “Nação” e revela motivo por não ter conseguido deslanchar no clube carioca.

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(Gol contra o Flu) Sim, sem dúvida, foi especial. Você chegar no Flamengo, na época com 22 anos, fazer o primeiro jogo no Maracanã lotado e naquela situação ruim. Naquela época, o Flamengo estava na zona de rebaixamento, brigando na parte de baixo. Foi uma carta de apresentação para o torcedor. Tive muita concorrência. Renato Augusto, Petkovic, Sheik… quando você perde espaço, é difícil voltar. Eu era muito novo, não tinha aquela paciência que vem quando você é mais velho. No Flamengo não tem isso, você tem que saber onde você está. Tem que estar toda hora sendo titular e fazendo gols.”

O argentino atribui o sucesso do Flamengo atual ao trabalho do vice-presidente de futebol do clube, Marcos Braz, seu amigo nos tempos da Gávea.

Fico muito feliz em ver o clube assim. O Marcos Braz que eu conheço, é um amigo, e o pessoal que está lá dentro está fazendo um grande trabalho. No Flamengo você tem muita pressão, tem que estar toda hora brigando por título e investimento, às vezes, não é sinônimo de vitória. Você pode montar um grande elenco, mas isso não garante que você vai ser campeão. Além de grandes jogadores, tem que juntar grandes pessoas.”

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O ex-jogador também disse que Messi o acompanhava no Brasil.

Nós não temos esse contato. Na época, tinha mais conversa. Mas, sem dúvidas ele acompanhou a minha passagem no Brasileirão. Ele via os jogos do Flamengo, do Bahia, do Vitória… Eu não precisava dizer [sobre quem era] do Flamengo para ele, ele já sabia como todo mundo”.

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