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Palmeiras

Luxa deixa a proteção de lado e sobe o tom ao criticar os jogadores: “É inadmissível uma coisa dessa”

O Verdão mais uma vez oscilou durante os 90 minutos de uma partida, perdeu para o Botafogo no Rio de Janeiro e a pressão em cima do trabalho do comandante aumentou consideravelmente

(Foto: Cesar Greco/Palmeiras)
(Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

A invencibilidade do Palmeiras acabou. O time não fez uma boa partida diante do Botafogo e perdeu por 2 a 1; o Alviverde teve a chance o empate nos pês de Willian, mas o atacante perdeu o pênalti, defendido por Cavalieri e os cariocas ganharam pela segunda vez no Campeonato Brasileiro. Como era de se esperar, Luxemburgo e os jogadores estão sendo bastante criticados pela atuação abaixo do esperado.

Com o tropeço inesperado, o Palmeiras ficou com 22 pontos, na 5º colocação do torneio, cinco atrás do líder Atlético-MG. Na entrevista coletiva passada nesta quinta-feira (08) pelo portal UOL Esporte, Vanderlei visivelmente mostrou incômodo com o elenco “curto” que o Verdão tem, cobrou reforços aos dirigentes e tirou a responsabilidade dos garotos.

Precisamos fazer alguma coisa (no mercado). Temos muitos garotos para a equipe de cima, fazendo um trabalho que precisa ser feito, abrir espaço para a garotada, mas não podemos jogar toda a responsabilidade de que eles vão resolver todos os problemas. Hoje (ontem) tivemos jogadores convocados (Weverton, Gabriel Menino, Gustavo Gómez eViña), então já houve uma mudança. A diretoria sabe, temos de fazer alguma coisa, o elenco está curto (…)”, disse o treinador.

Outra parte interessante na coletiva foi Luxemburgo colocar como “inadmissível” a oscilação da equipe. Antes, o comandante seguia no sentido de proteger os atletas e colocava a pressão como exagerada. Agora, o discurso mudou e o técnico não poupou críticas após a primeira derrota no Brasileirão.

A equipe precisa ter uma regularidade. Não pode ter dois jogos bons e cair, como fizemos hoje (ontem). É inadmissível uma coisa dessa. Temos de saber que estamos disputando o campeonato para estar na ponta, respeitando o Botafogo, que tem a sua tradição. Mas era um jogo para jogar uma decisão e se joga de maneira diferente, não pode jogar 30 minutos de jogo sem ter comportamento de um jogo de decisão (…)”, desabafou Luxa.

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