O clássico Vasco e Botafogo acontece neste domingo (13), a mais de 3000km do Rio de Janeiro. Em São Luis do Maranhão, as equipes fazem o primeiro duelo depois da vitória do Botafogo por 4 a 0, na Série B de 2021. A partida foi determinante para os dois clubes. Para a equipe de General Severiano, foi o ponto de arrancada na competição, para o Gigante da Colina, a derrota significou o fim das possibilidades para subir para a Série A.
Nesta sexta-feira (11), Léo Matos concedeu entrevista coletiva e abordou como a partida foi fatídica para todos do elenco Cruz-Maltino: “Aquele jogo contra o Botafogo poderia ter sido um divisor para nós na Série B. Se ganhássemos, poderíamos dar um star, mas perdemos e ficou difícil o acesso. Eu tinha uma expectativa muito grande. Minha esposa, a família, todos estavam no estádio. Minha esposa disse que quando chegou ao estádio eu fui expulso. Hoje parece engraçado, mas foi complicado. São Januário estava inflamado, ambiente ruim. Foi um dos piores momentos da minha carreira. Espero que nunca mais aconteça. Foi na intenção de ajudar, na disposição e deu errado. Mas é o meu estilo de jogo, sempre foi assim em toda minha vida, e ganhei mais do que perdi jogando de uma forma mais agressiva”.
A tendência é que Léo seja acionado na lateral direita, já que o titular Weverton cumprirá suspensão. Para o lateral, é uma ótima oportunidade para dar o troco: “É uma oportunidade de apagar tudo aquilo. Fiquei manchado. Estou há um ano e meio no Vasco e fiz coisas boas. Fui o líder de assistências no ano passado. Também porque o Nenê chegou depois (risos). Mas com certeza esse jogo tem um sabor especial para mim e para todos no Vasco”.
Alô, meus vascaínos de São Luís! ��
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— Vasco da Gama (@VascodaGama) February 11, 2022
O ano de 2022 apresentou um novo panorama para Léo Matos, pois com a chegada de Zé Ricardo, o jogador passou a ser reserva. Porém, isso não o desmotiva: “Motivação e confiança nunca me faltaram. Tenho jogado menos com Zé Ricardo, mas faz parte do futebol. O Weverton é um grande jogador, muito potencial. Fui titular na maioria dos times que passei. Isso faz parte do futebol. Com o tempo a gente consegue ver as coisas de forma coletiva. E fico super feliz quando os companheiros vencem o jogo, independe de jogar. Para mim só de estar no Vasco já tem um grande valor. Por tudo que passei no Vasco, fui um dos poucos que fiquei. A maioria dos meus colegas não ficou. Por terem depositado essa confiança em mim, tenho muita gratidão”.





