O Corinthians passa por um momento de mudanças neste início de temporada. Diante da política de austeridade financeira da gestão do presidente Duílio Monteiro Alves, o Timão vem se desfazendo de jogadores que não fazem parte dos planos do técnico Vagner Mancini para a sequência da temporada.
Além das situações de atletas que não estão sendo utilizados, o Corinthians liga o alerta para contratos na reta final. Nos últimos dias, o clube encaminhou a renovação de Cazares, que deve assinar por três temporadas e receber um aumento salarial. Por outro lado, o venezuelano Otero, que também chegou do Atlético-MG ao longo de 2020, tem futuro indefinido.
O meio-campista está emprestado ao Timão até o dia 30 de junho e a diretoria tem prioridade diante ao mercado para ficar com o jogador. Conforme a reportagem da Gazeta Esportiva revelou nesta quinta-feira (11), o Corinthians trabalha sem pressa e quer mais tempo para analisar o futuro de Otero.

A ideia da diretoria, inicialmente, era firmar um vínculo mais longo com Otero, mas duas situações em especial fizeram o cenário ser alterado. O primeiro é falta de regularidade do venezuelano, que disputou 24 partidas em cerca de sete meses – 19 como titular, ficando até o fim em somente quatro. O outro é a ineficiência do meia, que soma apenas duas bolas na rede e ainda não marcou de falta, sua especialidade.
Uma renovação de Otero envolveria o pagamento de luvas pela assinatura do novo contrato, além de um reajuste salarial. Ao lado do técnico Vagner Mancini, que terá voz importante na situação, o Corinthians avalia o investimento no jogador de 28 anos – completa 29 em novembro. No momento, a tendência é que ele não permaneça para o segundo semestre.





