Por mais que oficialmente a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) minimize a situação, nos bastidores o clima ficou quente com o Fluminense no debate sobre a volta do Campeonato Carioca em meio à pandemia do novo coronavírus. Em seu perfil no Twitter, o repórter Victor Lessa, da Rádio Globo, divulgou mais informações sobre a motivação de Mário Bittencourt ter deixado o grupo de WhatsApp com membros da Ferj e outros clubes. Entre os principais motivos estão ironias e até ameaça de Rubens Lopes, homem forte da entidade.
Segundo o repórter,presidente do Tricolor não ficado irritado apenas pela forma como vinha sendo tratado em relação a seus posicionamentos, mas sim quandiRubens Lopes, presidente da Ferj,postou uma foto no grupo em que o presidente do Cremerj, Sylvio Provenzano, aparecia com a camisa do Fluminense, insinuando que seria esse um dos motivos pelo posicionamento do Cremerj contra a volta do futebol.

Vale ressaltar que Mário Bittencourt sequer conhecia Sylvio Provenzano até então. Além disso, outra situação que tornou insustentável a continuidadeno grupo foi o fato de que Rubens Lopes ameaçou Flu e Bota de W.O e, como consequência, abandono da competição e rebaixamento para segunda divisão.
Fluminense e Botafogo fizeram certo em bater o pé contra a FERJ, entretanto ataques desnecessários contra o Flamengo único time que comprou testes DE FORA, “Ah mas o Flamengo é o único com casos confirmados” claro, é o único que divulga.
— Mourinho (@155Dego) May 8, 2020
O dirigente também fez outras postagens ironizando o posicionamento dos dois clubes. Certo dia, compartilhou algo sobre os salários atrasados do Botafogo: “Não paga ninguém e mesmo assim não quer voltar”.
O presidente alvinegro, Nelson Muffarej, sequer se manifestou. Foram essas as principais situações que fizeram Mário Bittencourt tomar a decisão em deixar o grupo, afirmando que preside um clube centenário e que não precisava passar por aquilo.





