O Grêmio está em busca de reforços no mercado da bola e volta suas as atenções para o futebol sul-americano no momento. Depois de acertar com o colombiano Miguel Borja, que estreou marcando gol, o Tricolor anunciou a chegada do paraguaio Mathías Villasanti. O colombiano Jaminton Campaz é mais um no radar, mas o Deportes Tolima faz jogo duro para liberar o atacante.
A chegada de estrangeiros,para qualificar o elenco do técnico Luiz Felipe Scolari, é vista com bons olhos não só pela torcida tricolor. O ex-meia Douglas, durante participação no programa “Tudo em off”, ao lado do ex-jogador Luís Mário e dos jornalistasTomer Savoia e Duda Garbi, citou casos de gringos que se destacaram no clube.
“Acho que depende de cada um, mas é válido. Por exemplo, o Kannemann era um cara mais aberto, queria aprender português, chegava, falava, se enturmava rápido. Já o Bolaños era tímido, na dele. Mas tem que respeitar. O Bolaños, dentro de campo, jogava muito. Eu adorava jogar com ele, muito inteligente”, opinou.

Mesmo em defesa dos jogadores de fora do país, Douglas relembrou umepisódio com um estrangeiro que não rendeu com a camisa do Grêmio. Durante a conversa, Duda Garbi citou como exemplo Miky Arroyo, que foi contratado em 2017. O meio-campista equatorianoassinou contrato de três anos em Porto Alegre, mas se despediu já em janeiro de 2018 após sete atuações e nenhum gol.
Que o Grêmio aprenda o que ocorreu nos casos Bolanos, Arroyo, etc.
Realidade brasileira é mto diferente e a mídia não ajuda… https://t.co/SrUIFUj8Ug
— Tricolor de Porto Alegre (@Cahetano4) August 12, 2021
“Esse aí… esquece. Em uma semana engordou uns 8 quilos. Só imagino o que comeu. Esquece (risos)”, contou Douglas.Revelado no Emelec, Arroyo chegou a disputar a Copa do Mundo de 2014 no Brasil e estava no América do México antes de ser contratado pelo Grêmio. Atualmente com 34 anos, o meia atuou na última temporada pelo Barcelona de Guayaquil.





