O Santos adotou a postura de se privar do mercado da bola durante a paralisação no futebol, muito por conta de sua condição financeira, que já não era tão boa antes da suspensão dos jogos em virtude do novo Coronavírus (COVID-19). O Peixe prioriza a manutenção dos atletas que já estão no elenco, inclusive negando propostas por seus principais atletas.
No entanto, desde que a bola parou de rolar, o clube negociou o zagueiro Felipe Aguilar com o Athletico-PR. A transação rendeu ao time da Baixada Santista cerca de R$ 10 milhões. Enquanto vendia Aguilar, negava a proposta do Atlético-MG por Lucas Veríssimo – que voltou a ser sondado pelos mineiros. Um dos que irão permanecer, pelo menos por enquanto, é o atacante Marinho.

Ao participar de uma ‘live’ comapresentadora Natália Varela, esposa do veterano Magno Alves, nesta quarta-feira (15), o camisa 11 falou sobre o sonho de jogar em um gigante europeu, o Bayern de Munique, da Alemanha, principalmente por ser fã do já aposentadoArjen Robben, que fez história com a camisa do time alemão.
Quando Jesualdo tiver Soteldo, Sánchez, Marinho, Jobson, Felipe Jonatan, Veríssimo, Aguilar e outros à disposição por, pelo menos, 3 jogos, e não desempenhar um bom futebol, eu critico.
— babu & santana �� (@orauffa) February 9, 2020
“Meu sonho sempre foi jogar no Bayern, da Alemanha. Não gosto de matar meu sonho, sei que muitos já tentam matar nossos sonhos. Acredito que Deus faz o melhor para nós. Bayern é o clube que eu sempre sonhei, até por ser muito fã do Robben”, disse. Ao ser perguntado sobrea a possibilidade de defender a Seleção Brasileira, Marinho foi categórico.
“Já foi um sonho antes, hoje não. Não é um alvo. Eu jogo numa seleção já, o Santos. Clube que parou uma guerra. Hoje sou mais tranquilo, jogo no Santos e sou muito feliz. Depois de Pelé, Robinho e Neymar… Clube com história rica. Sou privilegiado. É como se diz no hino do Santos: ‘Um orgulho que nem todos podem ter”, destacou.




